MEU LIVRO: A GRAÇA ATÉ NA DESGRAÇA (4)

QUARTO CAPÍTULO                                 A GRAÇA ATÉ NA DESGRAÇA

 “Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo;” (Efésios 5 : 20)

O Cristianismo pós-modernista está falido porque abandonou a mensagem da graça pela manutenção da lei. O legalismo tem colocado fardo maior do que uma pessoa em busca do Libertador pode suportar, transformando o Reino de Deus discriminatório.

A linhagem sacerdotal de hoje vive o paralelismo entre o santo e profano, negligenciando a pregação da gratuidade das Boas Novas, imputando na liturgia, a advertência racional da obrigatoriedade de práticas ritualísticas sem espiritualidade. Descaminhos.

O aumento de cristãos sem se congregar em Igreja tem aumentado porque seus orientadores espirituais não inspiram confiança e os grandes templos e catedrais têm servido de fachada para movimentação financeira no gazofilácio, sem aplicação na Obra, para proveito manipulável.

A Mensagem da Cruz, que deveria confortar com a graça de Cristo nas aflições dos justos, está sendo utilizada como pretexto para impor complexidades fora da simplicidade do Espírito Santo. Em tudo deve-se agradecer, porém vive-se um cristianismo murmurador.

Para concluir de modo contundente este capítulo, o cristão selado, inscrito no Livro da Vida, dá graça até pela existência do diabo. Como derrotado, com sua tentação, pela fé, estimula a convicção da glória indescritível do porvir muito próximo e pelo sinal  desesperador das potestades indicando o Juízo Final.

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MEU LIVRO: Sem a graça não há esperança (3)

TERCEIRO CAPÍTULO

ESPERANÇA PELA GRAÇA

“E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança,” (II Tessalonicenses 2:16)

O objetivo deste capítulo é logo adiantar os significados dos anteriores no sentido mais contundente. A graça da Trindade que gera no cristão a esperança não tem nenhuma ligação com EBD, Seminários, correntes, campanhas ou quaisquer métodos de motivação religiosa.

Senhor Jesus Cristo em momento algum deixou recomendações ou ordenanças funcionais da sua Igreja. Todas as coisas da vontade do Pai estão e são traduzidas pelo Espírito Santo, pessoa ignorada na Pregação das Boas Novas ora por tradição, ora por adorná-lo em energia de poder natural.

Os cultos eclesiásticos obedecem a uma hierarquia completamente invertida. Começam com comunicados, depois músicas e no ato final a Palavra de Deus, como se preparando o coração do infiel, amolecendo-o, para aceitar, emotivamente, a Cristo. E o papel do Espírito Santo?

O Espírito Santo, quando Jesus Cristo, em João: 17 o descreve aos seus fragilizados discípulos presente e futuros, com atribuições claras em compaixão aos seguidores. Aquele que convence o homem do pecado, da Justiça e do Juízo. Fala pelos seus templos. O Guardião.

Assim, sem maiores delongas subjetivas, o Mestre deixou claro que o “Ide e Pregai” é uma missão única do Espírito Santo, utilizando a carne não glorificada, mas purificada pelo sangue do Cordeiro, para executar a obra do Reino de Deus pela graça, sem a qual jamais haveria esperança.

MEU LIVRO – Cristo Sem Obrigação (2)

CAPÍTULO DOIS

CRISTO SEM OBRIGAÇÃO

“E a graça de nosso Senhor suprabundou com a fé e o amor que há em Jesus Cristo.”( I Timóteo 1: 14)

Quem segue a Cristo por obrigação, cristão não é. A pessoa do Espírito Santo não faz invasão e nem promove privação. E pela graça, Deus conosco, não vai interferir no seu livre arbítrio mesmo sendo nova criatura. A religiosidade subtrai esta fascinante graciosidade.

Gratuitamente se recebe, pela fé, o selo de sua inscrição no Livro da Vida. Entretanto, a liberdade, uma deferência concedida somente à humanidade por Deus na sua concepção, à imagem e semelhança, tem como diferença  exclusiva da criatura, a liberdade. Foi o preço pago por Jesus.

Dos tempos apostólicos, quando se destacava o comunismo espiritual – todos compartilhavam suas vidas umas pelas outras – , a mutação do cristianismo foi se tornando nociva ao Evangelho puro e imaculado porquanto das infiltrações mundanas nos templos de pedra e de carne.

O cristianismo, da perseguição em defesa dos ensinamentos “cristocêntricos”, arrefeceu-se com o seu crescimento assustador. O exército de Cristo prevalecia enquanto anunciava o Reino dos Céus. O reino da terra encheu o coração da maioria. Então, iniciou-se o caos!

A partir das concessões, desde o Império Romano, com os líderes religiosos aceitando intermediações no lugar de Cristo entre Reis e os súditos plebeus, optaram-se por um tipo de teologia da prosperidade , exigindo fidelidade à igreja sob ameaça da mensagem purgatória e do inferno.

MEU LIVRO – SÓ CRISTO

PRIMEIRO CAPÍTULO

SÓ A GRAÇA DE CRISTO

“E disse-me: a minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. (De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo” (II Coríntios) 12:9).

O Cristianismo faliu. A tradição cultural, de uso e costume, com filosofia e teologia sistemêmica, vem matando a mensagem das boas novas, substituido-a por ritos eclesiásticos, escravizando a humanidade com falso legado “apostólico”

O diabolismo transformou a mensagem da Cruz, aquela pela qual Jesus Cristo pagou e apagou todos os nossos pecados, em movimentos e ministérios com homilias e pauta de liturgia de pura invenção do homem. Crucifica-se, a toda momento, novamente, o Messias.

O caminho vem sendo mais estreitado este testemunho. Criou-se Concílios, legitimando fábulas em mandamentos para cevar e confundir as ovelhas. Produziu-se instituições sem nenhuma autorização do Espírito Santo e nem ordenança de Cristo.

Sim! Não há dúvida de que acamparam na Casa do Pai para comercialização de produtos para todos os gostos naturais. Os “levitas” cobram cachê. Os “sacerdotes” também. E a “Igreja” virou ponto de encontro para aliviar a culpa sem conversão.

Carece-se de uma reforma que significa voltar à origem dos ensinamentos de Cristo, sem invencionice, sem ceder ao mundo e aos seus efeitos especiais. Apenas a Palavra transformadora e anunciadora do Reino de Deus. Apenas ouvir a Deus: “A minha graça te basta”.