Evangélicos assistem 50 tons de cinza, cristãos, não!

Cena do filme 50 Tons de Cinza

Cena do filme 50 Tons de Cinza

Por Jackson Rangel

Nem pensam em alienação e fundamentalismo por tratar do assunto a seguir, como será tratado. Sei entrar e sei sair sobre qualquer discussão, sem vender minhas convicções.

Harry Potter, Crepúsculo, 50 Tons de Cinza, Malévola e outros livros/filmes que são sucessos pelo mundo, enricando seus autores e atores, são concebidos para infectar a mente seduzida, com processo, dependendo do estágio, irreversível, transformando seus telespectadores numa legião de idólatras.

Evangélicos “gospemaníacos” e religiosos falsos piedosos estão infiltrados nas Igrejas e crucificando Jesus Cristo todos os dias. São pactuados com esse mundo místico, habitado por demônios famintos de almas. Cristãos com frutos da conversão repudiam, combatem em oração e orientam os incautos a não serem capturados pelos vírus hollywoodianos.

Para não construir texto enfadonho, pois este tema já é bastante debatido, emito opinião com base na minha intimidade com Deus: Quem entra nesse labirinto, seja por livros, pela televisão, pelo cinema, pelas redes sociais, são consumidores de pecados e transmissores, marcados para entrar pelo portal do caminho largo do inferno.

São adoradores de demônios que se apresentam em forma humana, anjos de luz, lindos e sedutores, sanguessugas de almas. Não há como estes, que trocam sua liberdade pela libertinagem, entrarem na porta estreita do Reino do Céus.

Estou fazendo a minha parte ao jeito mais ameno do que Jesus, João Batista, os apóstolos e os profetas tratariam se estivessem em nossa época.

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Os “Evangélicos” estão matando Deus

*Jackson Rangel Vieira
 
Os evangélicos inventores da pirotecnia gospel com repertório para todos os gostos de pessoas religiosas estão matando Deus. Subtraíram a espiritualidade e inserirem a religiosidade com dosagens fortes de emoção no rito, com superprodução de palestras sem nenhum compromisso com a invocação do Espírito Santo.
 
Deus, Jesus Cristo, Espírito Santo e Bíblia se transformaram retórica de conferencistas e levitas comprometidos com o mercado gospel, aonde rola muito dinheiro e enriquecimento ilícito, sob a proteção do Estado. Deus definha no coração de compradores desta “fé” que se esfria dia-a-dia. A humanidade, criatura, se rebela contra o Criador.
 
As Igrejas feitas pelas mãos de homens são point de pessoas que conhecem a Deus, mas sem submissão. Vale-se de uso e costumo para uma satisfação interior programada para manipulação e sugestão por sacerdotes que se especializam mais na psicanálise e psicologia em detrimento da teologia do Reino de Deus. Holocausto espiritual!
 
O caminho está cada dia mais estreito no pós-modernismo. Transformaram o lugar santo em palco de shows. Chamados homens de Deus não vivem mais pela fé, antes pelo vil metal em contratos de conferencistas e pastores escalpelando os incautos negligentes em conhecer a vontade do Senhor pela simplicidade da Graça em Cristo. A ordem do culto, tanto é assim, primeiro os efeitos especiais. Por último, em ínfimo tempo, a Palavra.
 
A ofensiva dos falsos profetas, alguns estão caindo em desgraça para vergonha da Igreja. Por todos os lados, ensinado fábulas e filosofias vãs, negando a misericórdia e compaixão aos sedentos da Salvação. Estão matando Deus da presença do ser humano, mas nunca a criatura que está determinada a se tornar nova: filho e não bastardo.
 
 *Jackson Rangel Vieira é jornalista e evangelista

Artigo de jornalista contra editorial da Folha de S. Paulo é destaque em site gospel

Jornalista critica editorial da Folha de SP   

      Jackson Rangel é evangelista e presidente do Ministério IDE da Igreja Batista.

por Michael Caceres   

Jornalista critica editorial da Folha de SP

Após as críticas do editorial do jornal Folha de São Paulo sobre a aproximação de José Serra (PSDB), candidato à prefeitura de São Paulo, com segmentos religiosos, principalmente com relação aos evangélicos, o jornalista Jackson Rangel, da Folha do Espírito Santo, escreveu um texto criticando a postura do editorial que definiu como sendo “incongruente e discriminatória”.

A Folha de São Paulo publicou a matéria no último sábado (13). O texto criticava a aproximação entre igrejas evangélicas da capital paulista e o candidato tucano. O texto também critica o candidato José Serra (PSDB) sobre seu posicionamento contrário ao chamado “Kid Gay” criado pelo seu adversário Fernando Haddad (PT), julgando como linha conservadora dos evangélicos e a pauta fora da órbita do interesse público.

Jackson destacou que o texto “não apresenta nem paradoxo, mas completa falta de análise sociológica e antropológica da sociedade, sem mencionar que a discussão sobre a ‘união homoafetiva’ , aprovada pelo STF, promove alterações comportamentais de caráter coletivo e, por sua vez, de interesse público” escreve.

“O editorial almeja se mostrar liberal e tem o direito de fazê-lo sem, contudo, tratar o tema como se o homem fosse apenas animal político com capa de corpo, sem alma e espírito, gestando subjetividade sobre crenças absolutas de quem desaprova o comportamento antinatural, assim descrito na Bíblia como regra de conduta e fé dos cristãos. Vale respeito!”, afirma Rangel.

O jornalista é presidente do Ministério IDE, que tem como objetivo implantação de Igrejas Batistas e Evangelista, com programa diário denominado “Em Nome de Jesus”, na emissora “Rádio Sim Cachoeiro”.

Leia na íntegra:

“A Folha do S. Paulo produziu editorial incongruente e discriminatório para o eleitor paulistano. Critica o candidato José Serra (PSDB) sobre seu posicionamento contrário ao chamado “Kid Gay” criado pelo seu adversário Fernando Haddad (PT), julgando como linha conservadora dos evangélicos e a pauta fora da órbita do interesse público.

Admiro a Folha e respeito a opinião em tela, contudo não apresenta nem paradoxo, mas completa falta de análises sociológica e antropológica da sociedade, sem mencionar que a discussão sobre a “união homoafetiva” , aprovada pelo STF, promove alterações comportamentais de caráter coletivo e, por sua vez, de interesse público.

Sobre conservadorismo sobre o mesmo tema, a Igreja Católica, com maior número de fiéis, é mais fundamentalista do que os evangélicos, se assim se é necessário comparar para melhor entendimento sobre editorial equivocado por ausência de conhecimento doutrinários e dogmáticos do sentimento religioso inerente ao ser humano.

O editorial almeja se mostrar liberal e tem o direito de fazê-lo sem, contudo, tratar o tema como se o homem fosse apenas animal político com capa de corpo, sem alma e espírito, gestando subjetividade sobre crenças absolutas de quem desaprova o comportamento antinatural, assim descrito na Bíblia como regra de conduta e fé dos cristãos. Vale respeito!

Como eleitor eu tenho o direito de conhecer todas as raízes holísticas do candidato. O homem é o que pensa e pratica. Pode-se ter um homossexual eleito, e tem-se pelo quadrante universal, e capaz. Porém, a maioria que lhe concede a procuração de representá-la a fez sabendo, sem apresentação implícita a pretexto da chamada corrente politicamente correta.

Considero uma desfaçatez o editorial da Folha de S. Paulo que, aproveitando-se de formadores de opinião sobre o mercado político e a eleição plebiscitária em segundo turno, faz a indução de transformar o errado em certo e o certo em errado. Não existe homofobia neste tema – que significa agressão aos homossexuais -. Há uma opinião partidária!

Está existindo, sim, por parte da grande Imprensa a falta de respeito com a maioria dos universais religiosos ou cristãos aos colocá-la às margens de conhecer as convicções morais, sociais, culturais e religiosas de quem pleiteia vida pública.”

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/jornalista-critica-editorial-da-folha-de-sp/

A Religião e o Estado servem ao mesmo Deus

Por Jackson Rangel Vieira

O conflito entre o Estado e a Religião sempre existiu e existirá ainda que em tempos remotos a separação tenha se estabelecido como forma de separar a Igreja intrometida do Estado manipulador.

O termo “muro de separação entre Igreja e Estado” está escrito na carta de Thomas Jefferson para a Associação Batista de Danbury, em 1802. Contudo, a chamada era papal, foi a mais contundente parceria entre Igreja e Governo.

A igreja determinava o tipo de governo dos imperadores, reis e gestores pela força de sua influência sobre o povo fiel e ignorante. Com isto, o Estado se respaltava no credo para espoliar e manter a ordem numa relação incestuosa.

O Brasil foi uma colônia do Império Português de 1500 até a independência do controle de Portugal em 1822, período em que o catolicismo romano era a religião oficial do Estado. Com a ascensão do Império do Brasil, embora o catolicismo mantivesse seu status de credo oficial subsidiado pelo Estado, às outras religiões foi permitido florescer, visto que a Constituição 1824 garantia o princípio de liberdade religiosa.

A queda do Império em 1889 deu lugar a um regime republicano e uma nova Constituição foi promulgada em 1891, ronpendo os laços entre a Igreja e o Estado; ideólogos republicanos, como Benjamin Constant e Rui Barbosa, foram influenciados pela laicidade na França e nos Estados Unidos. A separação entre Igreja e Estado promulgada pela Constituição de 1891 tem sido mantida desde então.

A atual Constituição do Brasil, em vigor desde 1988, assegura o direito à liberdade religiosa individual de seus cidadãos, mas proíbe o estabelecimento de igrejas estatais e de qualquer relação de “dependência ou aliança” de autoridades com os líderes religiosos, com exceção de “colaboração de interesse público, definida por lei”.

Mesmo com todo este histórico de transição de uam religiào estatal, a Igreja, agora, com variantes denominações além cotolicismo, a prática é de uma aliança, ainda, muito forte, aos olhos vistos e notórios nos períodos eleitorais. Os políticos, em quase sua maioria, buscam nos sacerdotes em geral o chamado apoio político. Ou seja, não é laico no período eleitoral e depois mantém aparente equidistância.

Os protestantes ou evangélicos avançam em quantidade de fiéias no Brasil, Páis mais católico do mundo, com ambos os segmentos se inserindo em discussões do Estado para proteger seus interesses, às vezes até em condição ecumênica no Congresso Nacional, em causas morais. A verdade é que o Estado é laico, mas professa sua fé.

Esta separação de fato nunca existirá porque o Governo não é um aparelhamento subjetivo e inanimado, antes representado por pessoas com DNA espiritual, logo religioso, e submisso a uma ordem natural que se estabelece além de Constituições e suas cláusulas pétreas. Não existe Igreja sem Deus e também não existe Governo sem permissão de Deus. Simples assim!

Povo cristão promove 15 dias de oração e jejum