Juiz Robson Louzada mantém afastada vereadora do “rachid”

A vereadora Arlete Brito (PT) tentou com agravo de instrumento retornar à Câmara de Cachoeiro de Itapemirim, mas o juiz Robson Louzada negou, ontem, seu pedido e manteve a decisão . Ela é alvo de CPI no Legislativo por prática de “Rachid”, quando político subtrai de assessores subordinados parte de salários, tíquetes alimentação ou quaisquer direitos. No caso, ela é acusada de exigir de assessora os vales alimentação.

O Juiz Robson Louzada, diante de denúncias consistentes do Ministério Público, não tem sido complacente com políticos em todas as instâncias, punindo exemplarmente os improbos. Seu trabalho vem se destacando na sociedade na Comarca de Cachoeiro pelas decisões destemidas e dentro de peculiar interatividade com o sentimento  da sociedade.  Arlete Brito foi afastada para não atrapalhar as investigações em curso na Câmara e na Justiça.

Agravo
A vereadora entrou com agravo de instrumento de número 111.049.569.55, tentando reverter o quadro no Poder Judiciário antes da decisão da Câmara que caminha para ouvi-la e apresentar relatório dentro de quinze dias para a votação. Além de improbidade administrativa, ela faltou com o decoro parlamentar com a vide de áudio em que ofende todos os demais vereadores, desmoralizando legislativo em nível nacional.

A postagem no Youtube que deu fundamentação às denúncias que resultaram no seu afastamento foi no canal da Folha (http://www.youtube.com/user/folhaes), liberada para todos os demais meios de comunicação do Estado e do Brasil. Depois de ouvida já todas as testemunhas, ela será ouvida e o relatório elaborado pela comissão forma pelos vereador Roberto Bastos, Alexandre Bastos e Luizinho Tereré.

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A FOLHA JÁ SABIA, POR ISSO SAI NA FRENTE DOS OUTROS!

VÍDEO COM ÁUDIO POSTADO NO YOUTUBE PROVOCOU AFASTAMENTO E BREVE CASSAÇÃO DA VEREADORA

Vereadora do “rachid” afastada, vereadora cassada!

O juiz Robson Louzada tem se tornado o maior “cassador” de político do Espírito Santo. Antes da Câmara de Cachoeiro de Itapemirim concluir o processo de investigação da vereadora petista Arlete Brito, acusada de extorquir uma assessora em tíquete alimentação, o magistrado sentenciou o afastamento da parlamentar.

Arlete Brito virou notícia nacional depois da Folha do ES posta áudio dela com quebra de decora parlamentar, exigindo o vale refeição da assessora e dizendo “política assim mesmo”, além de declarar que seus colegas têm a mesma prática. No áudio, ela se dizia cansada de ajudar as pessoas e levar naquele lugar. A sua conduta estarreceu.

(http://www.youtube.com/watch?v=SEFRSXKmfDI)

Ela foi denunciada pela FOLHA enquanto secretária de Habitação e Trabalho. O prefeito Carlos Casteglione (PT), que também é acusado de comprar votos nas eleições, demitiu a colega para não ser atingido em cheio com o seu processo inevitável de cassação na Câmara de Vereadores. O Chefe do Executivo também será investigado em breve.

O Juiz Robson Louzada afastou a vereadora, atendendo ação do Ministério Público, com objetivo de proteger o processo investigatório em curso, pois a parlamentar, com plenos poderes, poderia utilizar de intimidação junto aos colegas e até mesmo de influência no Poder Executivo para manipular votos na Câmara de Vereadores. É um pressuposto.

Tem-se certeza. A decisão do juiz atendeu clamor social. E a celeridade na sentença inverte o adágio popular: A Justiça não tarda para não falhar. Ainda há esperança em meio ao descrédito das instituições representantes da sociedade.

Vereadores de Cachoeiro de Itapemirim-ES: vergonha nacional!

Vereadores de Cachoeiro de Itapemirim viraram vergonha nacional. Com exceções, reveladas pouco a pouco, na medida de suas manifestações públicas, parlamentares cachoeirenses são personagens de achincalhe desde postagem da gravação no canal da Folha do ES no You Tube, envolvendo o escândalo protagonizado pela vereadora Arlete Brito, negociando tíquete alimentação com servidora da Câmara.

O motivo da generalização reside no fato da vereadora durante a gravação dizer, contundentemente, seus colegas se valerem da mesma prática, ou seja, rachar salários e tíquetes alimentação com assessores, jogando todos na vala comum. Além do mais, demonstra na fita poder de indicação a cargo de direção, citando o diretor de Patrimônio e Segurança, Francisco Temporim, como seu “pau mandado”. Tira e coloca outro na hora de seu desejo.

A reportagem da Folha, a partir da gravação no You Tube, ocupou os noticiários de sites, blogs e jornais de todo o Espírito Santo, além de redes nacionais de televisão, com ênfase para o apresentador da TV Bandeirante, José Datena, mostrando o vídeo e pedindo cadeia para a vereadora. A TV Record e a TV Globo, assim como o SBT e suas afiliadas veicularam a matéria, em alguns casos, considerado bizarro, a vereadora Arlete Brito se coloca como ré confessa.

Em entrevista à TV Sul, o corregedor da Câmara de Cachoeiro, Tenente Moulan, se mostrou firme no seu posicionamento, sem emitir juízo de valor, mas admitindo ser de bom alvitre até uma auditoria da Polícia Federal no Poder Legislativo para fazer uma varredura. “Não pode é prevalecer espírito de corporativismo para nos envergonhar ainda mais perante a população, enfatiza o vereador militar do PV.

A presidência da Egrégia Casa ainda não se manifestou oficialmente em defesa dos demais vereadores, mas a pressão é grande por parte dos parlamentares que se sente ofendido pela declaração da vereadora. “Ando na rua e as pessoas ficam abortando a gente como se, realmente, praticássemos ou tivéssemos a mesma conduta da vereadora. Isto tem de ser corrigido com a punição adequada pela falta de decora, eximindo os políticos honestos, disse envergonhado vereador.

Nunca na história da Câmara de Vereadores escândalo atinge o centro dor Poder Legislativo. Nem mesmo a cassação do vereador Fábio Mendes Glória, mais política, repercutiu tanto. As suspeitas sobre desvio de conduta da vereadora Arlete Brito vem desde os tempos de sindicalista no Sindicomerciário, de onde recebeu parte de financiamento de campanha. Depois, desavergonhadamente, a prática de nepotismo direto e indireto na Câmara e na Prefeitura Municipal.

O prefeito Carlos Casteglione, do mesmo partido, o PT, nomeou recentemente Arlete Brito para ser Secretária de Habitação e Trabalho, mas no iminente escândalo a exonerou, discussão dentro do partido tomada mesmo antes do carnaval e somente anunciada na quarta-feira de cinzas. Com isso, o Chefe do Executivo respira aliviado por não ter seu nome veiculado ao da vereadora, não sendo mais ela sua secretária. Antes de estourar a boiada, abriu a porteira.

Os vereadores estão dentro do adágio popular: se correr o bicho pega e se ficar o bicho come. De uma coisa eu sei. Se ela não for cassada, a renovação da Câmara de Vereadores vai subir de 60% para 90%, porque o eleitor não vai perdoar. Até mesmo quem é candidato a deputado estadual nestas eleições, não havendo antídoto, poderá ser chamuscado com o escândalo.

Vereadora coloca vereadores como “farinha do mesmo saco”

A vereadora Arlete Brito, do PT, exonerada da Secretaria de Habitação e Trabalho – ato digno do prefeito Carlos Casteglione, também petista, em aceitar o pedido ou de exonerá-la – , na gravação inquestionável acusa todos os vereadores desta Legislatura de praticar a corrupção ativa de surrupiar salários e tíquetes alimentação de assessores. A não cassação da parlamentar será seu trunfo para comemorar que “política se faz assim mesmo”.
O prefeito usou de astúcia, jogando o “abacaxi” para o Legislativo, fórum do escândalo protagonizado pela vereadora. Carlos Casteglione fez como Pilatos, lavou as mãos. Só, que nessa história, o Cristo é o povo. Ladrão Barrabás, a própria vereadora. Os fariseus podem ser seus colegas, dependendo do comportamento de omissão ou condescendência. A verdade só tem um lado, mesmo alguns sofistas tentando relativá-la.
Se algum pusilânime vereador argumentar ser de responsabilidade do Ministério Público a matéria “internas corpuris”, deveria ser igualado ao nível moral e ético da vereadora que tripudiou sobre a direção da Casa ao dizer estar “cansada de levar no c…, mas tem um pau mandado” de sua indicação, numa baixaria de fazer corar o contribuinte mantenedor dos salários dos parlamentares honestos e desonestos.
Se a vereadora provar sua acusação de todos praticarem a usurpação de direito de servidores em benefício próprio, o Ministério Público, a Justiça e a Polícia, então sim, deveriam fechar a Câmara por nenhuma serventia e ter se transformado em antro e covis de salteadores da boa fé. Particularmente, acredito na maioria dos vereadores e sua honestidade de propósito. Tudo isto acontece justo no momento em que Legislativo é mais bem avaliado do que o Executivo.
A prisão do governador distrital, José Arruda, foi pedagógica, por da Justiça, porque a Assembléia estava conivente e mais da metade de contaminada com o mensalão. A vereadora Arlete Brito, por tanta impunidade, deve acreditar na pusilanimidade dos seus colegas e na sua tese de todos “serem farinha do mesmo saco”. Este momento político de Cachoeiro está se transformando no período mais negro da história.
A cassação da vereadora poderia ser pedagógica, pois ir presa, dificilmente, irá. Nem pelos seus antecedentes como sindicalistas, nem pela incestuosa orgia familiar no poder pública com aquiescência de seu partido, o mesmo que facilitou desmascará-la por ser uma política de “goela larga” e inconveniente dentro do centro de decisões do PT. Seus companheiros não vão confessar a traição, mas como não sou petista, posso relatar os fatos como exatamente são.
Este escândalo é a ponta do novelo de crimes encobertos e abafados outros em instâncias de vários níveis. O diretor de Patrimônio e Segurança, sempre considerado homem honrado, numa circunstância de indicação como “pau mandato”, no mínimo, para manter a dignidade, deveria pedir para sair e cuidar da família a virar chacota e brinquedo de vereadora sem escrúpulo que não gosta de tomar naquele lugar se não receber favores Ilícitos.
O que dizer mais se a parlamentar deixa o marido e a filha participar de uma conversa imoral, como se fosse norma até as expressões que no tempo de meus pais, lavava a boca com sabão se fossem pronunciadas. Fico por aqui, sabendo de muito mais!