PT é favorito em Cachoeiro-ES

Por Jackson Rangel Vieira

Tenho a mania de predizer acontecimentos a partir de fatos, contrariando o raciocínio lógico. O Partido dos Trabalhadores, no momento, é favorito para ganhar as eleições de Cachoeiro de Itapemirim-ES. Isso, a despeito do cenário, extremamente, negativo da imagem do PT no Brasil e no Espírito Santo.

A dupla Braz Barros, a prefeito, e José Irineu, a vice, tem condições de produzir efeito de conquista maior dos demais adversários pela capacidade de organização e de estrutura eleitoral, a conferir. A sigla já sai, pela sua militância, no mínimo, com 15 mil votos. Com a pulverização em sete candidaturas no pleito, a eleição pode ser decidida entre 25 a 30 mil votos.

Tudo, é claro, tem de ser acordado com os eleitores já extenuados, mas cansados com a política em geral, o que vale para os demais.Braz Barros tem as mãos limpas, até prova-se contrário. José Irineu, amadurecido e experiente, tem características essenciais para ajudar na caminhada: organizado e pragmático. É gestor bem sucedido e sabe os atalhos dos bastidores políticos.

Em tese, a dupla precisa cabalar apenas 15 mil votos, enquanto os outros candidatos não tem o mesmo capital e terão de iniciar do zero, mesmo os que contam com apoio de caciques conhecidos e extirpados pela própria linha do tempo no enfrentamento com a transição do novo formato de governança.

Estou na contramão do pensamento da maioria? É assim mesmo que funciona a política, dentro da teoria do caos, quanto todo mundo pensa não haver ordem nos fatos, porém dentro do vácuo de uma implosão, lá está o genoma, o fio condutor para o aparente improvável. O PT é favorito. Está dito, está escrito!

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Zé Irineu tem preparo como vice para agregar valores ao candidato Braz Barros

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Perdi o prazer de escrever sobre a falência do Brasil pelo PT

Como jornalista, na última década, torne-me chato em críticas e denúncias contra o PT e a falência do Brasil pelos membros do partido nascidos do seio da Igreja Católica, no movimentos eclesiais de base, o que muita gente faz questão de esquecer.

Na minha cidade, Cachoeiro de Itapemirim, a mesma aonde de Roberto Carlos que nenhum prazer tem em recordar, fui e sou castigado até hoje pelas instituições e gente ligadas ao petismo e ,diretamente, por seus integrantes. Tentam me censurar o tempo todo com apoio do Judiciário.

Quando escrevi que o o prefeito Carlos Casteglione estava roubando os cofres públicos com assessores, em formato de quadrilha, ele não tinha nenhum processo – nem cível e nem penal – .

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Agora, engessado, mas solto, com sentenças judiciais em menor quantidade do que o factual, com o PT nacional morrendo em meio a tanta corrupção, parece-me notícia de senso comum, a toda hora, os meios de comunicações informarem, repetidamente, os segundos de vida, na UTI, da organização comandada pelo ex-mito Lula e seu reflexo embotado, Dilma,

O PT conseguiu a façanha de acabar com a rara boa imagem da política, arrastando a todos para o abismo de Dante. Pior! Carcomeu as instituições governamentais e corrompeu as organizações independentes, particulares, de associações de bairros ao cooperativismo em geral.

Termino, sem muita novidade, este artigo, que o PT e seus fiéis destruíram a família cristã e perverteu as tradições religiosas ao conceito mais baixo no que estabelece programas de controle, constituindo currais eleitorais com derrame de dinheiro pelos instituições adentro e pelas portas escancaradas de igrejas, óbvio, com exceções.

Sobre o que o PT fez com os Três Poderes está aos olhos vistos: o Legislativo é um capacho e o Judiciário, seduzido, usurpou atribuições de legislar e também do executar, gerando uma Hidra de Lerna.

Rodrigo Coelho passa a bola para o Professor Léo em 2016

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Rodrigo não será candidato a prefeito pelo momento horrível do PT

Quem estava ensaiando o coro “fora forasteiro”, poderá se poupar do esforço. Rodrigo Coelho, deputado estadual do PT, de Bom Jesus do Norte, vai abrir mão de se candidatar a prefeito de Cachoeiro de Itapemirim-ES em favor do vereador Leonardo, conhecido como professor Léo, do seu partido.

A condição do corpo mórbido do PT inviabilizou a pretensão do parlamentar, querido do governador Paulo Hartung (PMDB) para administrar a cidade de Roberto Carlos.

Em conversa com o ex-prefeito Roberto Valadão, peemedebista histórico, PH sondou a possibilidade de apoio a Rodrigo. Valadão disse nem pensar o PT.

Entretanto, na réplica, o governador aventou a possibilidade do deputado entrar no PMDB, então Valadão recolheu a negativa, probabilidade remota, porque para aonde andar Rodrigo, lá na testa estará a “marca de caim”.

Em síntese, vendo o tabuleiro, Rodrigo Coelho optará por um acordo para se tornar no futuro presidente da Assembleia Legislativo. Ele prefere dar essa volta para seguir seu projeto político sem prejuízo de prestígio.

O Professor Léo, por sua vez, já assumiu o personagem de candidato do PT para as próximas eleições com apoio declarado do prefeito Carlos Casteglione, o pior Chefe do Executivo da história do Município.

As condições são diferentes para o vereador: ele ficará com o negativo da foto. Não terá a estrutura econômica e  nem apoio político à disposição do deputado Rodrigo Coelho. Tem seu pessoal dentro da administração e terá missão árdua carregando o caixão do prefeito.

Nem tudo está ruim para o parlamentar municipal e suas pretensões de construir uma carreira política sólida. Dependendo dos resultados das eleições de 2016, Léo pode até se tornar deputado federal pela sua coligação que lhe confere suplência possível de se tornar titular.

Sobre o futuro de Casteglione, outro tema de artigo futuro, algumas lideranças da Igreja Católica, sob auspícios do padre Rômulo, negociam com a oposição trégua nos discursos eleitorais e pós mandato.

Querem contrato com cláusulas complacentes e lenientes, amenizando denúncias pesadas e admitindo apenas críticas suportáveis.

Os adversários ficariam censurados das palavras “ladrão”, “bandido”, entre outros impropérios comuns na boca do povo. Essa conversa está em curso nos bastidores. Uma saída honrosa. Difícil, hein!

Só Magno Malta pode virar o jogo sucessório do ES


Acerca de todas as declarações, agora, mais afirmativas da candidatura de Paulo Hartung (PMDB-ES) ao governo do Estado, só existe um elemento surpresa que mudaria o plano estratégico do PMDB e PT: chama-se Magno Malta, senador pelo PR que tem sonho em se candidatar a presidente da República.

Somente com o dinheiro em caixa, muito dinheiro mesmo tem, para distribuir aos prefeitos não garante a reeleição do governador Renato Casagrande (PSB). Sem carisma, com governo razoável para ruim, sem digital e com PMDB e PT fora de suas alianças,é mais do que temerária qualquer teimosia. Sua reeleição seria uma aventura.

Mas, como mencionei no início do texto, numa possibilidade de aliança com Magno Malta – discriminado pela elites do ES, desdenhado pela Imprensa capixaba-  somente ele, poderia dar uma virada de mesa. Não sou psicólogo político, mas Hartung sempre teve medo desse espectro de origem baiana. Os votos do republicano parecem vir pelo vento. Ressuscita como fênix, do nada.

E Magno Malta, pelo que conheço, pode está afeito a um acordo com o governador, desde que na aliança a reeleição de sua esposa, Lauriete (PSC-ES) esteja incluída. Senão, nada feito. Hartung só tem um adversário no Estado, desligado de quaisquer agenda do mercado: ele responde pelo nome Magno Malta. E não precisa formar chapa, não! Basta a eleição fica formatada em três candidaturas. Hartung, acho, levaria a pior. Ficar a dica!


 

 

A capa que deveria ter sido publicada

Esta denúncia consta em processos em curso entre PT e este jornalista

A capa que deveria ter sido publicada