Mais mulheres na política

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Mais mulheres na política

lauriete e magno

Senador Magno Malta (PR-ES) e a deputada federal Lauriete (PSC-ES) estão noivos

Jackson Rangel Vieira no quadro Café.com

“Supremos e Superiores” Tribunais e o Juizo Final

Tenho visto o STF fazer o papel do Congresso Nacional e do Executivo. Está se metendo em até associação de bairros. Regulamenta uso e costumes das famílias brasileiras sem limite de poderes. Alguns ministros, se pudessem, cassariam o direito de Deus para legitimar o seu para propalar as sentenças no Juízo Final.

 Depois de criar o terceiro sexo, com a união homoefetiva, como se a população brasileira fosse adepta do hedonismo, mais recente, Ontem (dia 15), o TSE, na mesma linha surrealista, decidiu proibir propaganda por “candidatos” até 5 de julho. Ora, só existem pré-candidatos. Já é proibido pela legislação Eleitoral sob qualquer forma! TSE redundou.

Os ministros Tribunal Superior Eleitoral, com exceções, nem sabem o que é twitter. Um deles chegou a dizer que não tem e nem pretende ter. O microblog foi sentenciado por conta de eleições, desconhecendo os homens de toga a privacidade de milhares de fakes (falsos) perfis em plena atividade na rede.

Enquanto STF julga céleres matérias até do “sexo dos anjos”, tramita por lá, de gaveta em gaveta, por anos, um dos maiores escândalos da história recente do Brasil, sem perspectiva de julgar: o mensalão.

 É anseio do povo, vergonha para os brasileiros que vê um Supremo Tribunal Federal com dificuldade de julgar 40 mensaleiros e uma facilidade imensa de tranformar dois homens ou duas mulheres na condição de família, atropelando a natureza divinal..

É óbvio que em nenhuma instância ou forma pode-se fazer campanha de candidato antes do prazo legal. A proibição no twitter é esdrúxula. Além do mais, esquecem-se, os relutantes guardiões da lei sobre a revolução cibernética, em que as redes sociais transformaram os receptores tradicionais de informações em comunicadores.

 Temo por, daqui a pouco, uma censura ou controle das postagens dos usários comuns. Do outro lado, se o STF não se ativer em julgar os processos relacionados à corrupção, muitos por lá dormitando, o Juízo Final poderá até ser antecipado para apreciação desses deuses supremos, com exceções lúcidas, de os pobres mortais desejam uma Justiça rápida naquilo que mais fere a sua dignidade.

 Sobre twitter, é importante regulamentar, mas existem decisões fundamentais para garantir o Estado de Direito, aguardando, aguardando…

 tiwtter/@jacksonrangel

As comparações que humilham o Brasil

Há 1 ano, o mundo assistiu a um Japão devastado. Parecia o fim do mundo tão anunciado sob a atmosfera daquele País com histórico ao logo de seu passado de lineares destruições. Contudo, como fênix, este povo miúdo em estatura já se recompôs, voltando a crescer na economia, com sua infraestrutura já, praticamente, refeita.

Paralelamente, o Brasil, ostentando a sexta economia do Mundo, com diferenças sociais incríveis, sem mencionar a endêmica corrupção sob o manto da impunidade, não consegue reformar ao menos um aeroporto para atender o cronograma de eventos de grandezas universais como Olimpíadas e Copa do Mundo.

Os brasileiros tem suas dificuldades sociológicas, mas abençoado. Sem ameaças ou fatores naturais de acidentes assoladores como ocorrem mundo afora: furacões, terremotos, tsunamis e desgraçasd afins, sem menciona ausência de guerras militares em seu solo. Porém, existe um estado letárgico cultural de consequências imprevisíveis!

Alemanhã, ou exemplo típico de superação. Precisou ser reconstruídas por vezes e vencer a mácula do legado deixado por Adolph Hitler, sendo hoje, o único país imune à crise internacional, inclusive, norteando a Európia para saída da caótica condição econômica sem precedente na história daquele território até ontem exaltado como Primeiro Mundo e exemplar.

Poderia ficar relacionando povos perserverantes e comprometidos com a verdade econômica e política, em função de resultados sociais com dignidade e valorização da qualidade de vida de sua gente. Entretando, preciso ressalvar o que vem acontecendo com o os brasileiros, povo trabalhador e ordeiro. A bolha econômica esconde as mazelas políticas, produzindo combustível para implosão de incertezas insanas.

O Brasil cresceu por si, pela força da natureza generosa do pré-sal, do petróleo e dos micro-empesários, sem política de incentivo ou tributária. Ou seja, sem governante, o Brasil cresceria pela sua própria natureza e sua riquezas. óbvio, se com gestores capacitados, a linha ascentente econômica porduziria certezas em vez de dúvidas sem explicações de ministros e demissões de outros por corurpção ao luz do dia.

Concluo este arrazoado com uma certeza. Do jeito que a Presidência da República vem conduzindo o nal, digo, sem passionalidade: só o povo para salvar a si mesmo dos males inerentes à ausência do Estado.