Romário do PV será a revelação nas eleições 2016

Por Jackson Rangel Vieira, jornalista

A revelação das eleições 2016 para prefeito de Cachoeiro de Itapemirim-ES será Romário Miranda, conhecido como Romário do União (PV). Nunca disputou nenhum pleito, porém se identifica com o povão. Tem a cara do povão. É cedo para saber sua performance na televisão – instrumento que dará contornos definitivos às tendências -, contudo não passará vergonha na disputa e .a inda, vai deixar gente com dor de cotovelo, que o tirou por menos.

Na região da ponte municipal para baixo, bairros União, Monte Belo, vizinhanças; Coronel Borges e Gonzaga, e circunvizinhanças , seu nome será bem cotado pelos trabalhos sociais realizados enquanto servidor público. A missão mais árdua será conquistar o outro lado da cidade e suas laterais. Nada que um bom marqueteiro não possa corrigir e, com pesquisa, receber orientação para conhecer novas realidades sociais das quais precisará convencer os formadores de opinião.

Romário é dotado de personalidade, honesto, foi participante ativo dos movimentos da denominação batista na sua juventude, em que fui seu líder. Se ele tem chances, probabilidade de vencer o pleito? Claro que tem. Vai depender somente dele estabelecer o formato de campanha, gastar muito chinelo, e apresentar-se o que ele realmente é: homem simples e do baixo clero da pirâmide social, ou seja, a maioria da população eleitoral.

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Romário (ESQUERDA) com seus familiares e correligionários incondicionais

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JACKSON RANGEL É UM DOS JORNALISTAS MAIS PROCESSADOS DO ES

Jackson Rangel Vieira, que milita há 34 anos no jornalismo, na linha do tempo, pode ser considerado o mais processado por “poderosos” denunciados- de empresários a agentes públicos de vários segmentos-  ao praticar o jornalismo investigativo, analítico e opinativo. Conhecido também pela sua luta em favor da liberdade de expressão ampla e irrestrita aos moldes da grandes democracias mundiais.

Não teme os processos e não foge diante da fumaça do seus direito de informar, defendendo a mudança da legislação que, ainda permite, magistrados, a maioria dos grotões do interior do Brasil, a conceder liminar com medida de tutela cautelar para subtrair matérias jornalísticas, crônicas, artigos e outros estilos no campo das ideias, promovendo na linguagem leiga a chamada “censura”. A maioria das suas denúncias jornalísticas vira ações judiciais contra os denunciados.

Como se pode observar na sua história, ele tem relevantes serviços prestados ao Espírito Santo e região sul, aonde atua:

* Jackson Rangel Vieira, jornalista (181.85), brasileiro, natural de Guaçuí, casado, nascido em 12 de setembro de 1963. Começou a militar no jornalismo aos 18 anos de idade, Graduado em Direito em 1990, inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-ES-21-212); e tendo cursado ainda Teologia, Sociologia e Ciências Contábeis (inconclusos).
Na sua trajetória profissional, marcou história em várias áreas, principalmente no jornalismo cachoeirense e capixaba. Relação de algumas honrarias, prêmios, títulos e atuações, sem ordem cronológica:
–  Redator do jornal Arauto, do grupo Nassau
– Redator da Radio Cachoeiro AM
– Redator da Radio A Tribuna
– Repórter Jornal A Gazeta
– Repórter A Tribuna
– Secretario de Comunicação da Prefeitura de Cachoeiro entre 1984 e 1988.
– Chefe de Comunicação da Assembleia Legislativa do Espirito Santo
– Chefe de Gabinete do estão Deputado Estadual Luciano Cortez
– Criador do primeiro jornal diário fora da capital: Folha do E. Santo
– Criação do primeiro jornal Bi Diário, durante três anos: Folha da Tarde
– Diretor financeiro Estrela do Norte Futebol Clube. Cargo não remunerado.
– Presidente Cachoeiro Futebol Clube. Cargo não remunerado. Campeão da Segunda         Divisão Estadual.
– Criador do clube empresa Estrela de Cachoeiro Futebol Clube. Campeão da Segunda Divisão Estadual.
– Criador da Revista Leia de circulação semanária
– Criador da Editora Leia de consultoria e serviços multimídias
– Criador do primeiro site de notícias fora da grande Vitória. http://www.folhadoes.com
– Criador do Instituto de Pesquisas Leia
– Criador-presidente da Associação IDE, instituição educacional, social e espiritual com objetivo de recuperar, colaborar e inserir pessoas na sociedade, sem acepção
– Fundador da Primeira Igreja Batista do Alto Village da Luz
– Primeiro Presidente da Juventude Batista Cachoeirense (JBC) por vários mantados
– Criador do Torneio de Inverso Evangélico (TIE) e seu presidente por três edições
– Vice-presidente da Segunda igrejas Batista de Cachoeiro de Itapemirim
– Presidente da Juventude Batista da Segunda Igreja Batista de Cachoeiro de Itapemirim
– Presidente do Diretório Acadêmico da Escola de Teologia, Americano, Vitória-ES
– Presidente do Centro Acadêmico da Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim-ES (FDCI)
– Criador da Revista FOLHA semanária
– Presidente do Partido do Movimento Nacional (PMN) de Cachoeiro de Itapemirim
– Presidente do Partido Progressista (PP) de Cachoeiro de Itapemirim
– Ganhador do Prêmio pelos Cronistas como Desportista do Ano
– Apresentador do programa diário na Radio Cachoeiro Sim “Em Nome de Jesus” e de outros formados.
– Primeiro editor-chefe e criador da Revista CF – Conceito Final, especializada em estilo e qualidade de vida.
Em razão desse vasto campo de trabalho em benefício da sociedade, de reconhecimento estadual, recebeu varias homenagens, pelo jornalismo e serviços humanitários, entre elas:
I. Comenda Newton Braga pela Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim como personagem destaque e colaborador do progresso e desenvolvimento da cidade
II. Título de Cidadão Cachoeirense
III. Comenda Empresário do Ano no setor da Imprensa
IV. Comenda Baptistinha pela Luta pelos Direitos Humanos
V. Comenda Jornalista Luiz Rogério Fabrino por se destacar no Jornalismo
VI. Honraria por serviços relevantes como Evangelista
VII. Título Amigo da Policia Militar
VIII. Título Amigo da Policia Civil
IX. Homenagem da Câmara Municipal de Vila Velha pelo rconhecimento ao jornalismo pioneiro com reflexo estadual
X. Homenagem pela Uni-Negros como apoiador e colaborador do Movimento e Direitos dos Negros
XI. Homenagem pelo Rotary Clube de Cachoeiro por ser destaque na Sociedade nas causas sociais
XII. Homenagem pelo Lions Clube de Cachoeiro por ser destaque na sociedade nas causas sociais
XIII. Homenagem pela Câmara de Cachoeiro de Itapemirim como Empresário Destaque
XIV.Homenagem pela ALES pelos relevantes serviços ao  jornalismo capixaba
Jackson Rangel Vieira a si mesmo se intitula defensor incondicional da Liberdade de Expressão dentro do conceito mais amplo, não praticado no Brasil. Considera um bem maior para a sociedade o fim da medida liminar com tutela antecipada contra meios de comunicação e profissionais da Imprensa, instrumento do Poder Judiciário, previsto em legislação, – na afirmativa do jornalista- , como mecanismo de controle da informação e forma de intimidar comunicadores.  Por conta desta convicção e luta, é um dos jornalistas mais processados do Espírito Santo por ser praticante do jornalismo investigativo, analítico e opinativo, afetando segmentos poderosos de todas áreas, que são denunciados e desnudados, além de receber ameaças recorrentes. Defende até à morte o jornalismo do Século 21, com direito à opinião, nos moldes das grandes democracias que respeitam os termos dos Direitos Humanos.

Camilo não comparece e juiz denunciado suspende audiência com jornalista

juiz

No dia 3 de dezembro, o juiz eleitoral George Martins, pelo CPP, foi obrigado a suspender a audiência com o jornalista Jackson Rangel Vieira, acusado no processo de caluniado, injuriado ou difamado o empresário Camilo Cola (PMDB) de compra de votos durante a eleição de 2014. O ex-deputado não compareceu à audiência como testemunha de sua própria corrupção eleitoral. Estada, segundo seu advogado, regaladamente na sua Fazenda Pintodas, seu “paraíso”.

Independente da denuncia do jornalista na corregedoria contra o magistrado por perseguição política e omissão no exercício da função, O MP-ES acatou a denúncia que , de fato, não é do denunciante e sim da Procuradoria Regional Eleitoral. Logo, o feito é uma aberração.

O fato é que está posta a denúncia à corregedoria e depois ao CNJ com linha do tempo e provas  dos atos de ofício rotineiros do  juiz contra o jornalista, numa linha de conluio de demais juízes eleitorais, exceções, com objetivo claro de impedir o ímpeto da denúncias constantes aos mesmos contra anomalias sentenciais em escolha preferencial sobre apenas um acusado; o jornalista. Intimidação. Pusilanimidade! Tudo será , agora esclarecido, nas corregedorias das instâncias em que estão submetidos.

A Comarca de Cachoeiro-ES está acostumada a receber favores do Executivo e Legislativo, além de pleitos contaminados, homenagens de massagem ao ego dos políticos e poderes econômicos.

Não sou bandido e os que são não me puxarão para chafurdar na lama, justamente, para me desacreditar depois de mais de 30 anos de jornalismo. Isto, não!

PENSAMENTO PERFEITO – O VELÓRIO (CAPITULO 5)

CAPITULO 5

O VELÓRIO

A melhor parte da vida é a morte. O defunto deitado em berço esplêndido, forrado em caixa de madeira, dorme que uma beleza.

Sem assistir a hipocrisia como em vida tolerava em vômito, morto não pode ver a extensão do falso choro dos sepulcros caiados.

O velório é o ápice para o que ficam. Momento de homenagens, palavras nobres: “como ele era bom, um santo homem de Deus.”

A parte do padre ou do pastor é a melhor cena do pré-sepultamento. Derramamento de lágrimas de todas as espécies animais.

Enrijecido, o falecido logo, logo, será esquecido. Entre uma fala e outra, somente a lápide para dele lembrar .

Existem enterros enfadonhos. Faltam quitutes, aquele cafezinho! Os penetras ficam ”P” da vida pela desconsideração.

Como choram os familiares! Parece amor de aliança eterna com defunto, mesmo sendo a segunda das cinco esposas.

Velório é evento inesquecível para alguns. Aquele momento de reflexão profunda, cova rasa : “um dia será a minha vez”.

O adágio popular diz: “Todo mundo quer ir para o céu, mas ninguém quer morrer”. Alguns até tem medo dela. É um inferno!

Morrer, viver e morrer, como Lázaro, pode não ser vantagem. Sofrer intempéries da vida duas vezes dores dobradas!

Ruim para o morto um caixão de medida errada. Se apertado, dá gastura nas vistas do vivo. Se folgado, maldade do vivo.

Para morrer, basta estar vivo, ditado que grifa ato de coragem de quem o diz. Enquanto não souber que é o próximo da fila.

Duas mortes: a matada e a  morrida. Tudo é igual no final, só muda a forma de morrer. Fica a lamentação para quem fica.

A vantagem de não viver muito está em não sofrer também muito. Os fragmentos de felicidades não valem à pena.

O vivo deve se preparar para o dia. Se envelhecer, abandonado, será dura a ida sem volta. E o  finado merece respeito!

*Por Jackson Rangel Vieira

PENSAMENTO PERFEITO – A INSÔNIA (CAPITULO 4)

CAPITULO 4

 A INSÔNIA

Madrugadas de olhos abertos enxergam horas difíceis assim que amanhecer. O sono sequestrado faz a cruz pesar mais.

Passados anos até ao envelhecer, a fadiga não mais interrompe tristezas e choros durando todo escuridão da noite por dentro.

Foi o dia seguinte autor da privação do adormecer compensado com leituras sintetizadas em caracteres obrigatórios da síntese.

Enquanto minha companheira respira ruidosamente em sono profundo, estas palavras são criadas com esforço incomum.

De tudo, permanecer acordado e ver a luz do dia invadindo frestas do quarto ofertam a sensação de que se está vivendo mais.

Alguns não resistem a imposição dessa perda de descanso como cadáver esparramado no leito em modo de espera. E sofrem.

Angústia que não passa. Tristeza que se firma. Depressão que dói. São tantas emoções em desequilíbrio, sentidas em intensidade.

Fechar os olhos por alguns instantes é dádiva de Deus, principalmente, para os crédulos em oração implorando por pesadelos.

No centro da calmaria noturna, a inquietação tremula os músculos em reação ao ataque constante do sistema nervoso em gritos.

Quando o meio dia chega, o abrir de olhos doídos pelo sono falso, interrompido linearmente, tem-se vontade de não se levantar mais.

Antes sonâmbulo, reagindo em defesa dos que os olhos viram e do que o corpo fez, a ter de confessar intimidades noite após noite.

Maldição para muitos, a insônia corrompe o relógio biológico, na maioria das vezes, sem reparação. A alma precisa descansar.

Sozinho, ouvindo apenas os habitantes das trevas, aqueles que dormem ao dia e acordam à noite para prazeres e perversidades.

Como câncer, sem cura, a insônia castiga por toda sua vida até perecer de enfado, com reduzidos dias consumidos por ela.

Como morte vencida, o vive de olhos abertos não teme a lápide e arrisca a inscrição: “Aqui jaz alguém que nunca fechará os olhos.”

*Por Jackson Rangel Vieira