Cachoeiro-ES terá quatro representantes na AssembléiaLegislativa

*Por Jackson Rangel Vieira

A partir de 2013, Cachoeiro de Itapemirim-ES terá quatro representantes na Assembléia Legislativa, a prevalecer os resultados indicativos das pesquisas de segundo turno da Grande Vitória. Um dos maiores números de deputados estaduais de toda história, de origem com votos dos cachoeirenses.

Em caso de vitória de Luciano Rezende (PPS) em Vitória e Rodney Miranda em Vila Velha, o vereador reeleito Marcos Mansur (PSDB) será guindado como primeiro suplente à uma cadeira naquela Casa de Leis. E no seu lugar, o PDT ganha mais uma vaga na Câmara de Cachoeiro, professor Davi Lóss, primeiro suplente da coligação.

Neste caso, o tucano se somaria aos deputados Rodrigo Coelho (PT) – que está cedendo vaga para Esmael (PMDB), ocupando a Secretaria de Ação Social e Trabalho do Governo do Estado – ; Theodorico Ferraço( DEM), presidente da Assembléia; e Glauber Coelho (PR). A bancada estadual estará super bem representada no Poder Legislativo Estadual.

Fora o aspecto da representatividade, apenas dois foram eleitos diretamente: Glauber e Theodorico. Contudo, os quatro deputados futuramente tem projetos de reeleição e os que passarem pelo crivo da reeleição podem se encontrar daqui a quatro anos como candidatos a prefeito de Cachoeiro.

O importante dessa representatividade é que Cachoeiro de Itapemirim volta com seu prestígio político de outros tempos na Assembléia Legislativa, o que em tese, projetará o Município em todas as áreas de desenvolvimento, apesar das diferenças ideológicas dos mandatários.

Cachoeiro de Itapemirim, então, ganha em poder político com os quatro deputados e com os 19 vereadores – antes eram treze – e mantém um deputado federal, Camilo Cola (PMDB), definitivo, pois Audifax (PSB) foi eleito prefeito da Serra-ES, deixando a vaga para o peemedebista cachoeirense.

*Jackson Rangel Vieira é jornalista, presidente do Ministério IDE e presidente do Partido Progressista de Cachoeiro de Itapemirim

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Capa da Folha do ES Dia 18/08/2012

Enquete mostra estabilidade nas eleições para prefeito de Cachoeiro-ES

A eleição para prefeito de Cachoeiro de Itapemirim-ES continua indefinida pelos números da mais recente enquete realizada pelo Instituto Leia entre os dias 06 e 09 com 900 entrevistados.

A disputa entre Carlos Casteglione (PT) e Glauber Coelho (PR) deverá se definir melhor com o início do horário eleitoral, no dia 21.

O republicano continua liderando com 44% e o petista mantém-se na posição de 33,11% enquadrando uma diferença de 10,89%. Apenas dois fatos políticos aconteceram nos últimos cinco dias que podem refletir na próxima amostragem: a inauguração do comitê de Glauber com as presenças políticas do deputado Theodorico Ferraço (DEM); ex-prefeito Roberto Valadão (PMDB) e José Tasso (PMDB). O outro registro foi à adesão pública do deputado federal, Camilo Cola (PMDB).

O número de indecisos já cai para a casa dos 22,89%. Os números não indicam um favoritismo e o fato de duas candidaturas divide o eleitorado de 120 mil, gerando pela primeira vez tanto para um lado quanto para o outro a sensação de vitória.

O Instituto Leia já registrou pesquisa para a publicação, na próxima semana, confirmando a posição do eleitorado de forma científica, ouvindo 800 pessoas e mantendo o leitor deste jornal ainda melhor informado sobre as tendências do processo eleitoral de Cachoeiro de Itapemirim.

 

Capa da Folha do ES do dia 21 de julho de 2012

Eleições: Theodorico apadrinha Glauber a serviço da geopolítica

O presidente da Assembéia Legislativa-ES, Theodorico Ferraço (DEM), foi quem lançou o deputado estadual Glauber Coelho (PR) a prefeito de Cachoeiro de Itapemirim-ES, quinto colégio Eleitoral do Estado.

A geopolítica inventada pelo ex-governador Paulo Hartung (PMDB), integrada pelo senador Ricardo Ferraço (PMDB), governador Renato Casagrande (PSB) e João Coser (PT), define suas preferências, eliminando outros.

Cachoeiro de Itapemirim

Cachoeiro de Itapemirim foi uma das últimas cidade a ser atingida nos últimos dias antes de fechar as homologações das candidaturas encerradas no dia 5. Impedido de ser o candidato, o grupo indicando Glauber o “eleito”.

A estratégia política eliminou de uma vez só os peemedebistas Camilo Cola e José Tasso. Com impedimento legal de Theodorico, o próprio foi comissionado indicar seu colega com a benção do senador Magno Malta (PR).

Todos negam a existência dessa política seletiva, apelidada pela Imprensa como “geopolítica”. No caso de Cachoeiro, a fatura está nas costas de Theodorico que operacionou todo o processo com apoio do ex-prefeito Roberto Valadão, atual presidente do PMDB.

O que o grupo não contava é que, em Cachoeiro, este golpe contra várias candidaturas transformariam a eleição num plebiscito entre Glauber Coelho e prefeito Carlos Casteglione (PT), em condições iguais.

O povo vai ter de ser convencido de que o republicano não é apenas fantoche das velhas lideranças políticas. Neste momento, o jogo zerou, o prefeito entra ganhado no processo sem ter feito nenhum esforço.