O mundo novo sob o olhar lúdico e próximo!

Interpretar o passado pelos meios avançados de instrumentalização tecnológica, produz cenário quase fiel à realidade da linha do tempo preterido. Prevê o futuro com mais objetividade, sem probabilidade e nem relativismo. não é desafio utópico. Seria como  construir maquete do projetista que já vê a sua operacionalidade funcional .

Sobre o trânsito: O sistema sustentável do uso do solo urbano será detalhe. A estrutura viária será aérea, com sinalizações sensoriais de GPS, com ínfimo índice de acidentes, com veículos mais capacitados, ao bolso do consumidor, de ultrapassar o nível atmosférico, seguindo pelo sideral, com colônias adaptadas para habitat humano.

Sobre segurança: O nível de maldade será tão incontrolável que as centrais pressionais como se conhece inexistirá para dar lugar a alternativas infalíveis como prisões subterrâneas; plataformas em alto mar. e povoados em vácuos controlados por satélites com controle de oxigênio por meio robóticos, sem agentes penitenciários.

Sobre Educação: A linguagem será criptografada e as letras subtraídas ao máximo, como código de abreviação, já em curso, aceitada como realidade irreversível, sem livros e cadernos, muitos menos caneta. A síntese em caracteres será tão impactante quanto foi o maior construtor de palavras: Machado de Assis. A telepatia no contato pessoal será rotina.

Sobre Saúde: O homem de 100 anos para mais já está nascendo, graças ou infelizmente ao progresso cibernético. Apesar do primitivismo da saúde para todos, todos terão acesso do médico onipresente por teleconferências, inclusive sendo possível aplicar procedimentos de diagnóstico e prognóstico para auto operações se necessário, mediando ação robótica.

Sobre comportamento: O prazer neural será ativado por chips, descartando o contorno físico de forma tão real em imagem inseridas na mente, que a humanidade será mais andrógena. O amor se esfriará e a relação humana se limitará ao hedonismo como motivação da felicidade. Os neurônios serão treinados e habituados a eliminar a morar, manter alguma ética, e não haverá mais certo e errado.

Eu não vou ver esta nova era. Só tenho uma certeza: Com tudo a acontecer, o ser humano não será fracionado; Será holístico mesmo com esta eternização da existência com poder digital, sensorial, espiritual de realizar o pensamento surrealista, nesta ou na oura fronteira dimensional.

Jackson Rangel Vieira é jornalista e advogado

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“A humanidade está doente”, destaca o presidente do TJ-ES

Para o desembargador Pedro Valls Feu Rosa, somente a união entre os Poderes pode levar à solução do adoecimento da população brasileira.

Talvez a saúde esteja doente porque a humanidade está doente”, refletiu o presidente do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, desembargador Pedro Valls Feu Rosa, durante o discurso de apresentação do Comitê Gestor Estadual da Saúde, realizado nesta segunda-feira (02).

O chefe do judiciário ainda apontou que no Brasil, todos os meses, morrem em média 600 crianças de doenças causadas pela falta de esgotamento sanitário, mas que não há nenhuma mobilização por parte das autoridades. “Não tocamos no assunto, nada é feito. O que acontece com as mazelas, longe dos olhos da sociedade, é ignorado”, afirmou.

Como solução, o presidente ponderou ser necessária a união entre os Poderes, que exige uma derrubada nas barreiras, inclusive no costume de tomar para sí os problemas coletivos. “Temos que mudar a mentalidade de achar que a vara é minha, o processo é meu, o preso é meu. Quando conseguirmos mudar mentalidades como essas, poderemos construir uma sociedade melhor”, finalizou Pedro Valls Feu Rosa.

Inspirado para a realidade perfeita

Nunca um fragmento de segundo é igual, como digital do dedo. As diferenças são notadas com tempo. Quando o corpo não corresponde. A mente mais perceptiva releva ofensas antes intoleráveis. A maturidade com envelhecimento conclui o pensamento primeiro.

Nada mais importa. Seus sonhos estão mais próximos da eternidade. Já não mais levitam ao alcance de ser realizados. Resta aguardar a realidade pavimentada ao longo do tempo. O prazer é apenas obrigação, não mais um desejo buscado e viciante.

A semelhança de realidades não implica em igualdade de espaço e vida. As dores também se distinguem entre tantas sentidas do ventre ao túmulo. Por isso, filósofos ousaram separar relativismo do absolutismo. Abaixo da atmosfera, relativo. Acima, absoluto.

Os olhos são denunciadores. O que se vê torna parte de você. Imagina, neste mundo cruel o que se é então! Navegando em bolhas de dúvidas, ser cego é uma virtude para poucos. Os cincos sentidos forçam a existência de um sexto: a fé.

As palavras jamais chegarão ao ideal de expressão em paralelo com a mente criativa. A imaginação poupa a humanidade da realidade instintiva, selvagem. Ainda assim, não nos livra da loucura parcial, inerente aos racionais, aos nascidos do pó.

Chega um triste dia de compreender a realidade, sem mais direito a sonhar. Tudo passou. Aconteceu. Chama-se, isto, de passado. Tem quem não chega a tanto, morre antes ou enlouquece plenamente. A este ponto, realismo e surrealismo se reencontram.

Só quando se controlar a fonte dos pensamentos, o ser terá paz de espírito. Não será traído. Não terá sentimento de culpa. Não será surpreendido. Quando isto for possível, o homem será autor de sua obra, responsável, plenamente, pelos seus atos, sem punição pelo destino.

Os pecados que habitam em nós

 

É natural não desconhecer do pecado morador dentro de nós, sem pagar aluguel. Não é convencional confessá-lo, até mesmo para si. Os nossos medos adoecem a alma. Uma vez, confrontados com a consciência, as algemas são quebradas e a liberdade é jubilada como estilo de vida único. Raro.

Falange de mentiras forma exército quase imbatível. A inverdade contumaz, diária, alimenta e engorda o ego, porque, geralmente, é pai e mãe da vaidade. Sedutora, palavras prontas massageiam o interior mal formado, sem auto-estima, produzindo sensações de domínio e poder.

 A mentira é o pecado mais natural dos pecados possíveis, porque o seu genitor, impiedosamente, troca a ordem divinal e transgride, pelo engodo, as regras dos sentimentos mais nobres, como o amor. Ao meio metro do outro, o outro é capaz de esconder as maiores perversidades em nome da carência terrena.

 Bom alvitre todos não precisassem se esconder de si mesmo, aceitando seu estar, seu ter e seu ser. No momento, da dissimulação covarde, despreza-se a libertação em troca de existência medíocre. Estimulados pelos pecados não apagados, impede-se a emersão da nova criatura, à disposição de todos em forma de renovação de mente.

Impiedosamente, chicoteamos os nossos lombos e aplicamos choques virtuais mais do que podemos suportar em troca do prazer ninfomaníaco. O amor está perto do pecador (a), mas não há como enxergá-lo, nem tocá-lo, pois é impossível amar com o pecado da mentira no processo de metástase.

O egocentrismo é fatal no caso desse implacável inimigo da humanidade: o pecado, no destaque, a mentira. Sofremos horrores por esta escravidão. Chibatadas infinitas enquanto vão morrendo as células, mortificando o corpo e humilhando o espírito. Como escapar da tocaia dos descaminhos construídos ao longo da vida?  Ceifamos o que plantamos,

Entre o primeiro e o último parágrafo, o enigma do calabouço que aprisiona a todos nós, a mim e a você, em circunstâncias, talvez, diferentes, mas com o mesmo modo operacional, é decifrado com uma velha e conhecida passagem bíblica: II Samuel 12:5-7.

Contagem regressiva para o reinício

 A partir de algum momento, o cronômetro é acionado. Deixa-se de crescer, preparando-se para o renascimento. Nada surpreende. Tudo debaixo do céu é natural. Não há fenômenos para acrescentar ao relógio com ponteiros regulando inversamente. A esperança não vem mais da vida, mas da reavida.

As regras são já definidas, entre epicureus, pelos prazeres como ápice da existência e os estóicos, pela rigidez das leis morais, implacáveis com a fraqueza da carne, entre tantos filos, o respirar é apenas um detalhe. Nasce-se, chorando pelo desconhecido. Finda-se, em geral, de igual modo, pelo conhecido.

 Não se consegue conhecer a si mesmo. Se fosse possível, a maldade seria evitada. Não se conhece muito menos que caminha com você, pois se fosse possível, todos estariam desvendados e os eventos benignos seriam mais atraentes, sem exigir esforço. Contudo, a vida é um espetáculo inigualável. Sem fim.

 Relato assim narrado, prolixo de propósito, melancólico pelos olhos de alguns como no apreciar quadro abstrato, vendo o que deseja ver, bem como efusão de otimismo, pela exaltação à eternidade, torna-se algo pessoalíssimo, intimista, de patrimônio somente do autor. Mas, à disposição de qualquer observador.

 A gente olha para o céu, fascinada. Olhar para a terra, por onde anda os pés, é menos interessante, porque, geralmente, caminha por descaminhos do coração, gestando dores e lágrimas. As galáxias são distantes, formatam esperança, sem mencionar beleza inalcançável. Entre mitologia e a biologia, o que vem do espaço estimula o córtex.

 Depois de chegar até estas últimas palavras, mais provável tenha perdido seu tempo, o mesmo do pêndulo retroativo. Somente o presunçoso escritor se beneficia da sua própria tese, não podendo ser contestado por não vendeu seus direitos e ninguém os compraria, pois não tem valor, estimado apenas para os apreciadores do óbvio.