Produção industrial recua, segundo IBGE

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Produção industrial recua, segundo IBGE

As comparações que humilham o Brasil

Há 1 ano, o mundo assistiu a um Japão devastado. Parecia o fim do mundo tão anunciado sob a atmosfera daquele País com histórico ao logo de seu passado de lineares destruições. Contudo, como fênix, este povo miúdo em estatura já se recompôs, voltando a crescer na economia, com sua infraestrutura já, praticamente, refeita.

Paralelamente, o Brasil, ostentando a sexta economia do Mundo, com diferenças sociais incríveis, sem mencionar a endêmica corrupção sob o manto da impunidade, não consegue reformar ao menos um aeroporto para atender o cronograma de eventos de grandezas universais como Olimpíadas e Copa do Mundo.

Os brasileiros tem suas dificuldades sociológicas, mas abençoado. Sem ameaças ou fatores naturais de acidentes assoladores como ocorrem mundo afora: furacões, terremotos, tsunamis e desgraçasd afins, sem menciona ausência de guerras militares em seu solo. Porém, existe um estado letárgico cultural de consequências imprevisíveis!

Alemanhã, ou exemplo típico de superação. Precisou ser reconstruídas por vezes e vencer a mácula do legado deixado por Adolph Hitler, sendo hoje, o único país imune à crise internacional, inclusive, norteando a Európia para saída da caótica condição econômica sem precedente na história daquele território até ontem exaltado como Primeiro Mundo e exemplar.

Poderia ficar relacionando povos perserverantes e comprometidos com a verdade econômica e política, em função de resultados sociais com dignidade e valorização da qualidade de vida de sua gente. Entretando, preciso ressalvar o que vem acontecendo com o os brasileiros, povo trabalhador e ordeiro. A bolha econômica esconde as mazelas políticas, produzindo combustível para implosão de incertezas insanas.

O Brasil cresceu por si, pela força da natureza generosa do pré-sal, do petróleo e dos micro-empesários, sem política de incentivo ou tributária. Ou seja, sem governante, o Brasil cresceria pela sua própria natureza e sua riquezas. óbvio, se com gestores capacitados, a linha ascentente econômica porduziria certezas em vez de dúvidas sem explicações de ministros e demissões de outros por corurpção ao luz do dia.

Concluo este arrazoado com uma certeza. Do jeito que a Presidência da República vem conduzindo o nal, digo, sem passionalidade: só o povo para salvar a si mesmo dos males inerentes à ausência do Estado.

Alta nas tarifas bancárias chegou a 328%

 

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) refez a pesquisa das tarifas avulsas dos dez maiores bancos e acompanhou a evolução de seus preços desde abril de 2008, quando entraram em vigor as atuais regras sobre tarifas, até o dia 28 de fevereiro deste ano.

A primeira constatação é a de que em 21 delas (entre 30), o reajuste superou o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado no período (9,88%). O único banco pesquisado que não reajustou nenhuma das tarifas avulsas dos serviços prioritários foi a Caixa Econômica Federal (CEF).

 Por outro lado, o que mais promoveu reajustes foi o Banrisul, aumentando 10 das tarifas avulsas em percentuais bem acima da inflação. Em uma das tarifas (fornecimento de folhas de cheque), o reajuste chegou a 328,57% ou 33,3 vezes a inflação. Também a tarifa de cheques de transferência bancária subiu 21,2 vezes o IPCA acumulado do período. Essas mesmas tarifas foram reajustadas em 15,9 vezes a inflação pela Nossa Caixa.

Já as reduções de tarifas ocorreram mais nos bancos que passaram por fusões e aquisições no período entre 2008 e 2009. O Real reduziu 20 tarifas (redução entre 1% e 76%) e o Santander reduziu 14 tarifas(redução entre 1% e 76%). A Nossa Caixa reduziu 12 tarifas.

De acordo com o Idec, o mais importante é que o consumidor faça sua escolha considerando seu perfil de utilização da conta corrente. Se ele necessita sempre de serviços adicionais ao pacote que possui, recomenda-se notar que as tarifas cobradas pelos bancos para serviços bastante utilizados, como extrato mensal adicional, podem variar em até 231% (de R$ 1,30 no Itaú para R$ 4,30 no HSBC). Ou ainda um saque em caixa eletrônico (ATM), cuja valor cobrado pelo Itaú, Unibanco, Nossa Caixa e CEF é R$ 1,30, enquanto o HSBC cobra R$ 2,40 pelo mesmo serviço. Ou seja, ao final do mês, pode haver uma diferença grande nas tarifas incidentes na conta corrente, caso a cesta de serviços escolhida for inadequada.

Fonte: Idec

Subiu consumo de bens não duráveis

As famílias brasileiras não deixaram de comprar bens essenciais, como cesta de alimentos, bebidas, produtos de higiene e limpeza, apesar da crise econômica global. Pesquisa feita pela LatinPanel revelou que o consumo desses itens aumentou 9,7% em volume no terceiro trimestre frente ao mesmo período de 2008.
Como consequência, o gasto médio das famílias com esses produtos também aumentou 10,7%, no mesmo período. De acordo com estudo, as famílias das classes D e E, com renda de até quatro salários mínimos, são as que puxaram o aumento do consumo e o crescimento do gasto médio. Entre os itens que entraram no carrinho de compras das classes D e E, estão o amaciante, a maionese, o leite condensado e o cereal tradicional.
Somente nesse segmento da população, o gasto médio cresceu 14,3% no terceiro trimestre, frente a 2008. Já nas classes A e B, o crescimento foi de 9% nos gastos, enquanto na classe C, o aumento do gasto médio com bens não duráveis subiu 8,4%.
Segmentando a análise, o estudo constatou que os consumidores gastaram mais com as cestas de higiene e beleza, que registraram um aumento de 12% nos gastos entre janeiro e setembro. Já com produtos de limpeza, o consumidor aumentou em 8% os gastos, e com bebidas, em 5,6%. Os alimentos ficaram em último lugar nos gastos – 3,6% a mais itens entre janeiro e setembro deste ano, frente a 2008.

Fonte: LatinPanel