Camilo não comparece e juiz denunciado suspende audiência com jornalista

juiz

No dia 3 de dezembro, o juiz eleitoral George Martins, pelo CPP, foi obrigado a suspender a audiência com o jornalista Jackson Rangel Vieira, acusado no processo de caluniado, injuriado ou difamado o empresário Camilo Cola (PMDB) de compra de votos durante a eleição de 2014. O ex-deputado não compareceu à audiência como testemunha de sua própria corrupção eleitoral. Estada, segundo seu advogado, regaladamente na sua Fazenda Pintodas, seu “paraíso”.

Independente da denuncia do jornalista na corregedoria contra o magistrado por perseguição política e omissão no exercício da função, O MP-ES acatou a denúncia que , de fato, não é do denunciante e sim da Procuradoria Regional Eleitoral. Logo, o feito é uma aberração.

O fato é que está posta a denúncia à corregedoria e depois ao CNJ com linha do tempo e provas  dos atos de ofício rotineiros do  juiz contra o jornalista, numa linha de conluio de demais juízes eleitorais, exceções, com objetivo claro de impedir o ímpeto da denúncias constantes aos mesmos contra anomalias sentenciais em escolha preferencial sobre apenas um acusado; o jornalista. Intimidação. Pusilanimidade! Tudo será , agora esclarecido, nas corregedorias das instâncias em que estão submetidos.

A Comarca de Cachoeiro-ES está acostumada a receber favores do Executivo e Legislativo, além de pleitos contaminados, homenagens de massagem ao ego dos políticos e poderes econômicos.

Não sou bandido e os que são não me puxarão para chafurdar na lama, justamente, para me desacreditar depois de mais de 30 anos de jornalismo. Isto, não!

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Fita sobre compra de voto coloca em risco mandato da prefeita de Mimoso Do Sul

Uma fita de áudio, com a participação direta da então candidata a prefeita de Mimoso do Sul-ES negociando com candidato a vereador vantagens para sair da coligação oposta e apoiá-la, pode afastar a Chefe do Executivo, Flávia Cysne PSB) (foto), vencedora do pleito de 2012.

Além da vida de áudio, existem testemunhas da conversa e sobre outros ilícitos eleitorais supostamente praticados pela socialista.

A denúncia será levada a público pela Folha do ES. O promotor do Município é Rodrigo Monteiro e a juíza Juíza Graciene Pereira Pinto.

Prefeita mais jovem do ES já com bens bloqueados pela Justiça

Revista.Folha.Edição.087

Revista.Folha.Edição.0815

Prefeitura de Cachoeiro -ES vem sendo alvo do MP, TC e Judiciário

Vereadora coloca vereadores como “farinha do mesmo saco”

A vereadora Arlete Brito, do PT, exonerada da Secretaria de Habitação e Trabalho – ato digno do prefeito Carlos Casteglione, também petista, em aceitar o pedido ou de exonerá-la – , na gravação inquestionável acusa todos os vereadores desta Legislatura de praticar a corrupção ativa de surrupiar salários e tíquetes alimentação de assessores. A não cassação da parlamentar será seu trunfo para comemorar que “política se faz assim mesmo”.
O prefeito usou de astúcia, jogando o “abacaxi” para o Legislativo, fórum do escândalo protagonizado pela vereadora. Carlos Casteglione fez como Pilatos, lavou as mãos. Só, que nessa história, o Cristo é o povo. Ladrão Barrabás, a própria vereadora. Os fariseus podem ser seus colegas, dependendo do comportamento de omissão ou condescendência. A verdade só tem um lado, mesmo alguns sofistas tentando relativá-la.
Se algum pusilânime vereador argumentar ser de responsabilidade do Ministério Público a matéria “internas corpuris”, deveria ser igualado ao nível moral e ético da vereadora que tripudiou sobre a direção da Casa ao dizer estar “cansada de levar no c…, mas tem um pau mandado” de sua indicação, numa baixaria de fazer corar o contribuinte mantenedor dos salários dos parlamentares honestos e desonestos.
Se a vereadora provar sua acusação de todos praticarem a usurpação de direito de servidores em benefício próprio, o Ministério Público, a Justiça e a Polícia, então sim, deveriam fechar a Câmara por nenhuma serventia e ter se transformado em antro e covis de salteadores da boa fé. Particularmente, acredito na maioria dos vereadores e sua honestidade de propósito. Tudo isto acontece justo no momento em que Legislativo é mais bem avaliado do que o Executivo.
A prisão do governador distrital, José Arruda, foi pedagógica, por da Justiça, porque a Assembléia estava conivente e mais da metade de contaminada com o mensalão. A vereadora Arlete Brito, por tanta impunidade, deve acreditar na pusilanimidade dos seus colegas e na sua tese de todos “serem farinha do mesmo saco”. Este momento político de Cachoeiro está se transformando no período mais negro da história.
A cassação da vereadora poderia ser pedagógica, pois ir presa, dificilmente, irá. Nem pelos seus antecedentes como sindicalistas, nem pela incestuosa orgia familiar no poder pública com aquiescência de seu partido, o mesmo que facilitou desmascará-la por ser uma política de “goela larga” e inconveniente dentro do centro de decisões do PT. Seus companheiros não vão confessar a traição, mas como não sou petista, posso relatar os fatos como exatamente são.
Este escândalo é a ponta do novelo de crimes encobertos e abafados outros em instâncias de vários níveis. O diretor de Patrimônio e Segurança, sempre considerado homem honrado, numa circunstância de indicação como “pau mandato”, no mínimo, para manter a dignidade, deveria pedir para sair e cuidar da família a virar chacota e brinquedo de vereadora sem escrúpulo que não gosta de tomar naquele lugar se não receber favores Ilícitos.
O que dizer mais se a parlamentar deixa o marido e a filha participar de uma conversa imoral, como se fosse norma até as expressões que no tempo de meus pais, lavava a boca com sabão se fossem pronunciadas. Fico por aqui, sabendo de muito mais!