Há juízes e há juízes no Espírito Santo

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Juiz da Vara da Fazenda de Cachoeiro de Itapemirim, ES, Robson Louzada

Depois, principalmente, da Operação Naufrágio que devassou o Poder Judiciário no Espírito, com prisões e processos punitivos contra desembargadores e membros da Justiça, A FOLHA DO ES descolou entrevista muito produtiva com o Juiz da Vara da Fazenda, Robson Louzada. Ele não tergiversou sobre nenhum tema e expressou uma visão republicana de proximidade entre a liturgia e o cidadão leigo.

Demonstrando preocupação com os leilões de imóveis por designação do Poder Executivo em razão da execução fiscal por falta de pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), o magistrado fez muito bem conscientizar os inadimplentes para buscarem negociar suas dívidas na Prefeitura Municipal. Sua fala continha humanização me tomo didático e pedagógico, reconhecendo que o juiz fica na condição inevitável de “malfeitor”, referindo-se sobre a lei que obriga sua vara proceder a cobrança.

Robson Louzada, sobre cobrança de impostos, sem conflitar interesses, dá boa sugestão do Legislativo e do Executivo confeccionarem legislação para anistiar os valores menores, que atinge a baixa renda. “Só esses dois Poderes podem criar a lei”, esclarece, reconhecendo o desapontamento do contribuinte em ter de pagar imposto sem obter de volta os benefícios do Estado. Ele compreende a “magoa”, mas enfatiza a necessidade do pagamento para fortificar a condição do cidadão em disputar na própria Justiça seus direitos.

O Juiz, conhecido por sentenças duras contra autores de improbidades, não se esquivou de mencionar a importância da atuação do seu colega Sérgio Moro, protagonista da Operação Lava Jato, sem contudo não fazer observação técnica de relevância da condição exclusivista do magistrado que cuida só do caso, enquanto os demais se fracionam em outras incumbências. Nisso, ele observa que sua própria Vara não tem atuação mais célere em decorrência de não ter o status de  “dedicação exclusiva”.

Louzada não se esquivou de mencionar, por exemplo o caso “Moeda de Troca”, processo que está entre centenas de outros na sua Vara, explicando a complexidade do caso, na dependência de diligências entre o processo principal e outro auxiliar, esclarecendo que existem 18 mil, aproximadamente, ações só de sua autonomia de julgar. Sobre corrupção, ele disse que sempre houvera no Brasil, a diferença é que agora as instituições fiscalizadores estão se consolidando e os réus estão sendo pegos, considerando grande avanço para o fortalecimento do Judiciário e do Ministério Público.

Enfim, traduzi a entrevista do jovem magistrado que tem feito a diferença na Comarca de Cachoeiro de Itapemirim-ES, no cumprimento do seu dever. A entrevista na íntegra você pode ler através deste link: bit.ly/20zNaF3.

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Relação dos cheques sacados por Magno Malta desde 1997

Enquanto foi deputado estadual, o hoje senador Magno Malta (PR-ES) se locupletava do dinheiro por meio da sua Associação Vem Viver, conforme listado os saques pelo próprio diretor geral da Assembleia Legislativa, André Nogueira, preso por corromper parlamentares via entidades, o mensalão da época. Eis o documento referente aos saques e suas datas, editado pelo próprio Banco Banestes:

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Perdi o prazer de escrever sobre a falência do Brasil pelo PT

Como jornalista, na última década, torne-me chato em críticas e denúncias contra o PT e a falência do Brasil pelos membros do partido nascidos do seio da Igreja Católica, no movimentos eclesiais de base, o que muita gente faz questão de esquecer.

Na minha cidade, Cachoeiro de Itapemirim, a mesma aonde de Roberto Carlos que nenhum prazer tem em recordar, fui e sou castigado até hoje pelas instituições e gente ligadas ao petismo e ,diretamente, por seus integrantes. Tentam me censurar o tempo todo com apoio do Judiciário.

Quando escrevi que o o prefeito Carlos Casteglione estava roubando os cofres públicos com assessores, em formato de quadrilha, ele não tinha nenhum processo – nem cível e nem penal – .

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Agora, engessado, mas solto, com sentenças judiciais em menor quantidade do que o factual, com o PT nacional morrendo em meio a tanta corrupção, parece-me notícia de senso comum, a toda hora, os meios de comunicações informarem, repetidamente, os segundos de vida, na UTI, da organização comandada pelo ex-mito Lula e seu reflexo embotado, Dilma,

O PT conseguiu a façanha de acabar com a rara boa imagem da política, arrastando a todos para o abismo de Dante. Pior! Carcomeu as instituições governamentais e corrompeu as organizações independentes, particulares, de associações de bairros ao cooperativismo em geral.

Termino, sem muita novidade, este artigo, que o PT e seus fiéis destruíram a família cristã e perverteu as tradições religiosas ao conceito mais baixo no que estabelece programas de controle, constituindo currais eleitorais com derrame de dinheiro pelos instituições adentro e pelas portas escancaradas de igrejas, óbvio, com exceções.

Sobre o que o PT fez com os Três Poderes está aos olhos vistos: o Legislativo é um capacho e o Judiciário, seduzido, usurpou atribuições de legislar e também do executar, gerando uma Hidra de Lerna.

Magno Malta é um marginal da política

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Magno é um político que navega com desenvoltura no submundo do poder

O senador Magno Malta (PR-ES) pauta sua atuação em busca de financiadores e aliados “orando” e usando o nome de “deus”, mas a bem da verdade, as práticas são próprias de quem crer em “Belzebu”. Saindo da figura de linguagem, afirmo que é marginal da política brasileira e o maior embusteiro com retórica populista.

Sua trajetória, poucos a conhecem. Saiu de pastor da Primeira Igreja de Vila Velha -ES como 171 para os guardiões da instituição. Chegou a Cachoeiro -ES com a pecha de trambiqueiro espiritualista. Com falsa humildade, tentou entrar na vida pública, primeiramente, como candidato a vereador. Nessa primeira tentativa, perdeu.

Na segunda vez, venceu e não parou mais, considerado em fenômeno eleitoral com base em Deus, Família, Drogas e paladino da moralidade. Engodo. Nunca respeitou família, antes arrastava as néscias de seus lares e dos braços dos maridos. O ex-jogador Jacozinho, por longos anos seu motorista, tem detalhes das façanhas sexuais do insaciável político.

Submetido ao câncer do poder, recebia cheques assinados pelo André Nogueira, diretor da Assembleia Legislativa do Espírito Santo direto para sua Associação de Recuperação de Drogados, com sede no Município de Itapemirim-ES.

Como o presidente do Parlamento, na época, José Carlos Gratz, e seus diretores, foram acusados de mandantes do crime organizado – em que Magno fazia parte – , este queimou criminosamente o livre de contabilidade da sua Associação para não constar nenhum registro oficial sobre as propinas regulares. Porém, no Parlamento, devem constar as saídas do dinheiro do erário da época.

A diligência da CPI da Narcotráfico no Espírito Santo, quando era deputado federal presidente , foi um fiasco, porque preferiu nem colocar o pé na jaca, para continuar sua saga mentirosa em defesa da moralidade pública. Já nesse tempo, estava enveredado com o Advogado Beline José Salles Ramos e o empresário Chico Pneus, seu primeiro suplente no primeiro mandato de senador.

Era uma capoeira de dinheiro e jogo sujo de manipulação em benefício do bolso de Magno. Hoje, depois de Beline e Chico Pneus caírem em desgraça, estão fora de sua lista de amigos de primeira hora. É a sua natureza, quando lama começa a respingar. O caso sanguessuga ainda assusta.

Como senador eleito no primeiro mandato seu mundo moral e ético só foi piorando. De trombadinha da política, ingressou no submundo mais da banda pesada, utilizando o Ministério dos Transportes, via DENIT-ES, seu passaporte para empregar familiares – irmãos – e receber financiamentos às margens da lei para campanhas eleitorais, por meio de empreiteiras.

Entre relacionamentos espúrios de toda ordem da República da Banana, ganhou de presente uma concessão de rádio, com sede em Vila Velha, a Cor da Vida. Quem o ver falar dos colegas do Senado e da Dilma, hoje, acha que existe um super baiano, herói dos fracos e oprimidos pelo álcool e pela droga, quando se tem de concreto, dentro dele, um ninho de serpentário.

Mantém ativo o tráfico de influência que o alimenta com volúpia. Quando se dizia ajudando o ex-deputado estadual Reginaldo Almeida junto ao Tribunal de Contas da União, estava ao mesmo tempo em adultério com a esposa dele, a cantora Lauriete, cuja carreira foi destruída com a dissimulação carnal por quase dois anos. A desculpa de Magno era de que Reginaldo foi pego em flagrante na cama com outro homem – dito a mim. Mas, não entrou no mérito sobre a outra vítima, a sua esposa Kátia.

Hoje, vive regaladamente, com forte desenvoltura por meio do José Roberto F. Santoro, sub-procurador da República, considerado seu amigo que comandou em 2002 a operação Lunus que aniquilou com a candidatura de Roseane Sarney. E tem como forte aliado para chegar a STF, o advogado Willer Thomas, seu advogado e “chegado” do ministro Ricardo Lewandowski.

De tão boa as relações com Magno Malta que Willer Thomaz, com escritório no Conjunto Casa 25 – Shis Qi 1 Conjunto 4, 1 – Lago Sul, Brasília – DF, 71605-040, abriu filial no Espírito, aonde Magno, além de cliente, manda demandas de desesperados do poder para seu escritório, além de causas do DENIT – departamento de influência exclusiva do senador capixaba. Foi o advogado Willer quem conseguiu Habeas Corpus junto a Ricardo Lewandowski para a Igreja Maranata – lembram do escândalo? – . O valor desse tráfico de influência: Algo em torno de R$ 5 milhões a título de honorários.

Por enquanto é só, pois o leitor pode se cansar, mas tenho mais detalhes sobre a depravação em que fui cúmplice enquanto cego sobre a postura deste senador que envergonha os cristãos conscientes e às famílias capixabas, senão de toda nação.

A capa que deveria ter sido publicada

Esta denúncia consta em processos em curso entre PT e este jornalista

A capa que deveria ter sido publicada