Roberto Bastos é afastados da CPI, mas juiz preserva seu mandato

O presidente da Comissão Processante, vereador Roberto Bastos (PMN), que investiga prática de “rachid” da parlamentar, Arlete Brito (PT), foi afastado da função pelo Juiz Robson Louzada a pedido do Ministério Público por ter um caso, diferente, mas envolvendo denúncia de uma ex-funcionária no tempo de secretário de Habitação, em 2007, na gestão do prefeito Roberto Valadão (PMDB)

A decisão ocorrreu no final da sexta-feira, dia 26, quando o trabalho da Comissão Processante já havia terminado com o depoimento na parta da tarde da vereadora Arlete Brito. Na segunda, o presidente David Loss, tomará conhecimento oficialda do pedido judicial de afastamento e outro presidente será indicado. Na semana que vem, o relator vereador Luizinho Tereré (DEM) já apresentará o relatório para ser votado.

O juiz não aceitou o pedido de afastamento do vereador Roberto Bastos feito pelo Ministério Público, requerido na mesma ação, pois deverá seguir o rito processual normal, com direito a defesa, considerando nuances diferenciadas, com denúncia até de chantagemde advogado contra o parlamentar na época.

 

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Mais uma capa ilustrativa sobre pilhagem em Cachoeiro-ES

Juiz Robson Louzada mantém afastada vereadora do “rachid”

A vereadora Arlete Brito (PT) tentou com agravo de instrumento retornar à Câmara de Cachoeiro de Itapemirim, mas o juiz Robson Louzada negou, ontem, seu pedido e manteve a decisão . Ela é alvo de CPI no Legislativo por prática de “Rachid”, quando político subtrai de assessores subordinados parte de salários, tíquetes alimentação ou quaisquer direitos. No caso, ela é acusada de exigir de assessora os vales alimentação.

O Juiz Robson Louzada, diante de denúncias consistentes do Ministério Público, não tem sido complacente com políticos em todas as instâncias, punindo exemplarmente os improbos. Seu trabalho vem se destacando na sociedade na Comarca de Cachoeiro pelas decisões destemidas e dentro de peculiar interatividade com o sentimento  da sociedade.  Arlete Brito foi afastada para não atrapalhar as investigações em curso na Câmara e na Justiça.

Agravo
A vereadora entrou com agravo de instrumento de número 111.049.569.55, tentando reverter o quadro no Poder Judiciário antes da decisão da Câmara que caminha para ouvi-la e apresentar relatório dentro de quinze dias para a votação. Além de improbidade administrativa, ela faltou com o decoro parlamentar com a vide de áudio em que ofende todos os demais vereadores, desmoralizando legislativo em nível nacional.

A postagem no Youtube que deu fundamentação às denúncias que resultaram no seu afastamento foi no canal da Folha (http://www.youtube.com/user/folhaes), liberada para todos os demais meios de comunicação do Estado e do Brasil. Depois de ouvida já todas as testemunhas, ela será ouvida e o relatório elaborado pela comissão forma pelos vereador Roberto Bastos, Alexandre Bastos e Luizinho Tereré.

A FOLHA JÁ SABIA, POR ISSO SAI NA FRENTE DOS OUTROS!

VÍDEO COM ÁUDIO POSTADO NO YOUTUBE PROVOCOU AFASTAMENTO E BREVE CASSAÇÃO DA VEREADORA

Vereadora do “rachid” afastada, vereadora cassada!

O juiz Robson Louzada tem se tornado o maior “cassador” de político do Espírito Santo. Antes da Câmara de Cachoeiro de Itapemirim concluir o processo de investigação da vereadora petista Arlete Brito, acusada de extorquir uma assessora em tíquete alimentação, o magistrado sentenciou o afastamento da parlamentar.

Arlete Brito virou notícia nacional depois da Folha do ES posta áudio dela com quebra de decora parlamentar, exigindo o vale refeição da assessora e dizendo “política assim mesmo”, além de declarar que seus colegas têm a mesma prática. No áudio, ela se dizia cansada de ajudar as pessoas e levar naquele lugar. A sua conduta estarreceu.

(http://www.youtube.com/watch?v=SEFRSXKmfDI)

Ela foi denunciada pela FOLHA enquanto secretária de Habitação e Trabalho. O prefeito Carlos Casteglione (PT), que também é acusado de comprar votos nas eleições, demitiu a colega para não ser atingido em cheio com o seu processo inevitável de cassação na Câmara de Vereadores. O Chefe do Executivo também será investigado em breve.

O Juiz Robson Louzada afastou a vereadora, atendendo ação do Ministério Público, com objetivo de proteger o processo investigatório em curso, pois a parlamentar, com plenos poderes, poderia utilizar de intimidação junto aos colegas e até mesmo de influência no Poder Executivo para manipular votos na Câmara de Vereadores. É um pressuposto.

Tem-se certeza. A decisão do juiz atendeu clamor social. E a celeridade na sentença inverte o adágio popular: A Justiça não tarda para não falhar. Ainda há esperança em meio ao descrédito das instituições representantes da sociedade.