Em Itapemirim quem manda é a irmã do prefeito

Em artigos anteriores, exaltei as ideias expostas do prefeito de Itapemirim em exercício Thiago Peçanha (PSDB) como promissoras. Entretanto, passados cinco meses ficou explícito que a “prefeita’ é a sua irmã, Luciana Peçanha.

Enquanto o prefeito age como símbolo, num linguajar mais apropriado como “Rainha da Inglaterra”, a sua irmã lida com as demandas de Estado, gerando certo desconforto e incertezas para o futuro. Neófita, as reclamações afloram.

O exemplo mais recente foi no episódio da morte do Secretário José Mauro, uma execução. O prefeito se trancafiou no seu apartamento em Guarapari, enquanto Luciana Peçanha tocava a festa do Município como “mandatária”.

O prefeito Thiago Peçanha se esforça para transformar o crime numa ação política de ordem do seu antecessor, Luciano de Paiva (PROS), porém essa versão está apelativa e com efeito bumerangue. Os vereadores estão começando a ficar desconfiados.

Por mais competente seja a Secretária de Governo, Luciana, as atribuições de prefeito estão sendo negligenciadas e pode gerar crise política, não descartando nem a possibilidade de impeachment pela Câmara Municipal ou afastamento pela própria Justiça. [

A gestão familiar com destaque para a irmã poderá implodir o futuro da administração.

 

 

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Victor Coelho vai fechar o ano como o melhor prefeito do Espírito Santo

Diante da maior crise econômica e moral do Brasil, com prefeituras falidas ou em estado de mendicância, o prefeito de Cachoeiro de Itapemirim, sul do Espírito Santo, Victor Coelho (PSB), vai conseguir fechar o ano como o melhor gestor público do Estado, referência para as demais cidades capixabas e outras unidades federativas.

Com as contas equilibradas, em contenção fiscal sem prejudicar a inserção social, Victor Coelho ampliou o apoio da população ao seu projeto administrativo a partir do seu eleitorado de 60%.

Essa conquista se deve ao clamor da sociedade por transparência na gestão pública. O alicerce do respeito conquistado vem de um dever rareado no meio político: honestidade.

Com ações pontuais, manutenção da funcionalidade da máquina e com reformas significativas na sua engrenagem, o prefeito está sendo excelente executivo pelas qualidades advindas das ciências humanas como artista ou ator de teatro. Algumas dúzias de formadores de opinião buscam zombar da sua origem, sem nenhum sucesso em ridículo proceder.

Não existe oposição. Apenas uma fração necessária e indispensável para ajudar no aperfeiçoamento e no estímulo a fim de alcançar as suas metas. Com nove meses de gestão compartilhada, o jovem prefeito de 40 anos supera as expectativas em postura de estatista.

O segredo da fórmula de driblar as adversidades está na sua formação política precoce em saber voltar atrás, ouvir muito, antecipar-se aos fatos e às versões negativas, corrigindo-as.

De cabeça erguida anda pelas ruas dos bairros e dos distritos. É reverenciado e respeitado. Por onde vai, recebe aplausos e nenhuma vaia. O êxito do seu gerenciamento está apenas começando.

Os cachoeirenses e capixabas assistem a ascensão de uma nova geração de políticos humanizados em padrão de excelência que esmagará o sistema corrompido, no momento, em alta destruição.

Este rebento é o futurismo pavimentado por homens da envergadura e do caráter de Vitor Coelho.

Predestinado como Josué a não olhar para trás e nem para os lados. Seguirá em frente e conquistará a sua aldeia, porque Deus está com ele, o Deus que ele crê, para fazer de Cachoeiro de Itapemirim a terra que emanará leite e mel. Uma nova história. Os filisteus não aceitam, combatem, e não creem. Eu creio!

Cachoeiro-ES está conhecendo Paulinho Miranda

Este é o segundo artigo de minha autoria sobre o agente público, Paulo Miranda, do Governo Victor Coelho (PSB). Pelas ações incansáveis nos bairros, fazendo muito com pouco, pode ser considerado um dos melhores assessores da administração. Ele não para e nem os trabalhos de limpeza urbana.

Além de ser um dos idealizadores da candidatura do prefeito, sua conduta pública tem sido irrepreensível. Não é somente o braço direito visível do prefeito. Honra o cargo de confiança lhe confiado de Secretário. Seu carisma agrega, pacifica e produz resultados alem do esperado. Dá uma enxada e ele capina a cidade.

Paulinho – como é chamado – é simplório de riso fácil. Matuto, também sabe fazer leitura complexa da política regional do sul do Espírito Santo. Discreto e ético, guarda consigo o que não convém de quem não precisa saber. Seus mutirões de limpeza são motivadores para secretarias de outras áreas. Inspiradores!

Daqui a pouco vai receber uma reto escavadeira nova. Imagina! Está trabalhando com a sucada recuperada. Equipamento novo vai deixá-lo como “pinto no lixo”, no linguajar popular.

Cachoeiro de Itapemirim está conhecendo Paulinho Miranda, entretanto ele já conhece Cachoeiro de Itapemirim. Sua simplicidade esmaga a arrogância dos diplomados e PHD sobre tudo. Como ele diz: “Os trabalhos não podem parar”!

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Paulinho Miranda, Mascote Limpinho e o prefeito Victor Coelho

Nascer, viver e morrer sem nenhum sentido

Nenhum ser vivente, com vida alem da puberdade, é imune a questionar sua existência. Sete bilhões de habitantes no planeta terra não sabem, em parte da sua unidade de tempo, o que fazer com os pilares fixos do respirar: sexo, poder e dinheiro.

O nascer é solitário. O morrer, também. O hiato entre uma ponta e outra trata-se da luta incessante para cumprimento de uma missão misteriosa, envolvendo amor, felicidade e paz. Encontra-se na batalha, porém, mais dor, tristeza e aflições. Somar os paralelos.

A soma desses antagonismos é o esforço individual, de patrimônio intransferível, da missão neste universo de linguagem estranha, de conhecimento limitado, regido por crenças e vontades aprendidas. Nem todos peregrinam bem sucedidos.

Criou-se escolas de entendimento que o existir está intrinsecamente ligado a uma força acima de tudo para se cumprir sua parte de um trato sem termos. Em síntese, a passagem pode ser filigrana de fragmentos sem qualquer ordem e sentido. É isto!

MP de Cachoeiro cai no “conto de fada” sobre o TAC com a empresa Odebrecht

O Ministério Público de Cachoeiro de Itapemirim-ES, na pessoa do promotor Wagner Eduardo Vasconcellos, da 14ª Promotoria de Justiça Cível, com participação do juiz da 1ª Vara da Fazenda, Robson Louzada, caiu no “conto de fada” sobre o TAC com a BRK.

O Termo de Ajuste de Conduta prevê construção do parque ecológico pela empresa em compensação da vantagem da mesma ter construído hidrelétrica com impacto ambiental negativo, além do acordo ter sido feito no auge das denúncias contra a empresa.

Antes de entrar no mérito do conto de fada, de bom alvitre e de desconfiança, o MP – sem nunca ter investigado a idoneidade da empresa questionada, fazer acordo de compensação, induzindo o Município a ser parceira de um empresa criminosa.

Enquanto é deve da promotoria zelar pela probidade no setor público, o TAC prevê a demolição de mais de R$ de 20 milhões em obras ativas de várias gestões no Parque da Ilha da Luz – sem mencionar o custo de remanejamento de centenas de pessoas do local para outras estruturas. Então, são dois custos, da demolição e da relocação.

Em termos de números o disparate é vergonhoso. Enquanto a empresa oferece algo em torno de R$ 2 milhões, que seja R$ 5 milhões, os contribuintes arcam com o prejuízo de cerca de R$ 25 milhões.

Querem o Parque da Ilha com objeto de laboratório porque a empresa funciona lá e já tomou parte de áreas no entorno, facilitando na logístico em que o Município entra com custo e a BRK com a planilha do engodo.

O vereador Braz Zagotto (SD) é defensor ferrenho do Parque Ecológico, mas longe do Parque da Ilha da Luz, pelos motivos exposto, de demolir as obras conquistas pelos cidadão nas gestões anteriores em atendimento ao anseio popular.

O parlamentar, que tem audiência popular marcada pelo MP no dia 11, para apresentar suas idéias, levará propostas alternativas como a construção do Parque Ecológico na Ilha do Meireles ou no Parque do Itabira.

As áreas apresentadas pelo vereador Zagotto vão além do propósito de apenas construir um parque ecológico. Objetiva incentivar o turismo e o Agronegócio, criando a Rota do Itabira a exemplo da Rota da Pedra do Lagarto e outras em Domingos Martins-ES.

Em síntese o TAC do MP é oneroso, lesivo e corrosivo moral, ética e legalmente.