DIÁRIO DE UM JORNALISTA

Por Jackson Rangel Vieira

Mente Proibida: Capítulo 3 – O Gozo


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Ainda na fase dos desvendamentos sobre do que o corpo do Jackson Rangel Vieira significa para cumprir sua serventia foi por volta dos 10 anos. Um primo do Rio de Janeiro, querido, Jaderson, mais chegado do que um irmão, dois anos mais experiente, almejava ensiná-lo gozar pela primeira vez.

Não foi friccionando o pênis, como ele ensinara, que produziu o resultado cultivado por muita curiosidade. Por incrível parece não deu certo o modo certo. Só aconteceu sentado numa bacia de água quente com uma mangueirinha espargindo água sobre água  na cabela d minha glande que estremeceu as estruturas do membro. Cuspiu as primeira gotas viscosas. Dentro de uma banheira improvisada de pobre que não gostava de tomar banho de água fria.

Aquela lição involuntária, um espécie de polução acordado, levou o moleque a reparar mais nas garotas como se tivesse poderes para despi-las com olhos. Pensar numa cópula ficou sendo possibilidade crescente, contudo, seria a tentativa um sacrilégio. Parecia errado, porque se fosse certo, todo mundo daquela idade já teria sido desvirginado. A vontade produzia dor.

Impotente, medroso, o pré-adolescente descobrira outros meios para a prática masturbatória viciante: ia de pensamentos apenas à revistas suecas passadas de mãos em mãos pela minha geração. Testosterona e adrenalina em alta voltagem. Aquelas profissionais do sexo impressas sendo penetradas por todos os orifícios eram o paraíso e o inferno para um neófito na arte do maniqueísmo.

Se aquele jovem – que se achava predestinado – conseguiu a sua primeira vez com tanta volúpia e com recheio de luxúria? Nada, nada, nada…Ele trabalhava a mente para compreender se vencer a covardia era a melhor condição para se sentir especial. A conclusão era de que não! A penetração era desejo, gestava imaginação, mas um dia aconteceria sem marcação de tempo.

Gozar, muito bom! Encontrar uma fêmea para deixar o líquido branco expelido dentro dela deveria o ápice, o êxtase. Mas, permanecer puro o quanto podia era uma meta  que fazia parte de uma missão ainda turva.

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