Amaro Neto, a arma de PH, para implodir Ricardo

O deputado populista Amaro Neto (SD) poderá ser a arma secreta do governador Paulo Hartung (PMDB) para exterminar de vez com a mais alta patente da dinastia Ferraço no Espírito Santo. A vítima da dissimulação seria Ricardo Ferraço (PSDB) que não conseguiu se desvencilhar da dependência do PH.

Hartung ensaia, com jeitinho, o lançamento do apresentador de programa ao Senado que tem grande apelo popular e eleitoral na Grande Vitória. E como existe a escolha dos dois votos para o Senado, por incrível que pareça, Amaro Neto produz um tipo de arrasa quarteirão no eleitorado do peemedebista no epicentro urbano do ES.

No segundo o ou no primeiro voto, o senador Magno Malta (PR), ou populista, não é afetado na estratégia do governador. Como diria o cronista, os populistas se atraem.  Infelizmente, mesmo diante da excelente performance do senador Ricardo Ferraço em nível nacional, pode ser rifado pelo populismo tacanho.

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Amaro Neto pode ser conduzido pelas mãos de PH ao Senado, extraindo do eleitorado de Ricardo

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Dois deputados que aprovam a corrupção

Os deputados federais Lelo Coimbra (PMDB) e Marcus Vicente (PP) ficam como quadro pendurado na parede da vergonha política capixaba ao votarem pelo não prosseguimento da denúncia do presidente Michel Temer (PMDB). Ambos, sem dúvidas, com esta profanação, venderam suas almas para garantir a reeleição em 2018.

A Imprensa Internacional acusou o Câmara Federal de estar em “frangalhos”. Foi nojento ver os dois sem espinhas vertebrais ante a máquina do poder central, como milho jogado ao terreno de galinhas. Para encher o papo. Os formadores de opinião já previam os vendilhões blindando a corrupção e a quadrilha instalada em Brasília.

Quanto ao Lelo Coimbra, este nunca teve vergonha de praticar a política tacanha, agachada para o governador do Espírito Santo, PH. Como líder do Governo e correligionário peemedebista, sua sanha não pode nem ser vista como surpresa. Trata-se de cumprimento de ordem da mais assassina contra os eleitores e procuradores do mandato.

Já o deputado Marcus Vicente já visto como voluptuoso tomador de bola no campo político. Elege-se por repasses da CBF e muito dinheiro da JBS, via o partido nacional que está mais sujo do que poleiro de galinha. Enquanto está na engorda, desfragmentando o PP do ES, o futebol capixaba – sua bandeira – está em inanição no limbo da série D.

Em síntese, pela estabilidade, pode roubar. Está foi a tese de todos que livraram o Presidente da República da investigação das práticas de corrupção.

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Quadrilha sem pudor. Atentado contra a Pátria

Victor ressuscitará o irmão Glauber Coelho

Por não ser uma pessoa pública conhecida, o candidato do PSB em Cachoeiro para prefeito, Victor Coelho, vai ressuscitar o irmão Glauber Coelho, falecido há cerca de 2 anos. Com isso, espera comover o eleitorado a fazer uma transubstanciação das cinzas do saudoso deputado para si. Pode dar certo, como pode dar muito errado!

A memória do Glauber Coelho ajuda, mas terá prazo de validade para não virar um morto-vivo em exposição desnecessária nos programas de televisão. Do sentimentalismo pode chegar a um quadro mórbido demais. E não tem como produzir esse fenômeno poltergeist, mesmo o povo com sua inclinação pela superstição e pelo sobrenatural.

Independente desse detalhe abordado – porém pode ser fatal – para a campanha do socialista – , a dupla Victor e Jonas Nogueira (PP) é apresentável em imagem, principalmente, para a juventude. Só não devem cair na armadilha, como Carlos Casteglione (PT), de se revelar velho no campo das ideias.

Ademais, minha opinião, os dois, Victor e Jonas, estão longe do carisma de Glauber Coelho. A humildade vence o mundo!  E os candidatos só precisam vencer o pleito em Cachoeiro de Itapemirim sem a postura arrogante,  orgulhosa, soberba, presunçosa e extremamente vaidosa. Aos novos candidatos a líderes: juízo e sabedoria. Se possível, deixar os mortos enterrados!

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Victor Coelho (PSB) e Jonas Nogueira (PP) querem contar com “apoio” do Glauber

 

Marcos Mansur vai ser útil em Cachoeiro-ES

Por Jackson Rangel Vieira 

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Deputado Marcos Mansur (PSDB) tem o direito e dever de tentar ajudar Cachoeiro

Chamou-me atenção o artigo do meu colega jornalista Ilauro de Oliveira. Gostei de seu ponto de vista sobre a necessidade do deputado estadual Marcos Mansur (PSDB) permanecer na Assembleia Legislativa, como sendo mais útil para Cachoeiro-ES, não quebrando o mandato. Gosto de ler uma boa análise. Mas, discordo dela!

Ora! É como uma partida de futebol, você joga de acordo com as regras. A lei proíbe? Não! Os legisladores entenderam ser justo a disputa em qualquer eleição o cidadão e o mandatário por outro cargo, também não! A valer, com esse sistema política, a visão apenas da lógica e suposto senso moral, a maioria  do políticos estaria condenada.

Ninguém escreveu condenando as queimas de etapas do falsário Magno Malta (PR), que de vereador foi a senador, passando de vereador a deputado estadual e chegando a senador em 10 anos de política. Ninguém até , agora, fez nenhuma observação de que o deputado Rodrigo Coelho (PDT) deixou o mandato para ser secretário de Governo do ES.

Considerando um pleito de oito candidatos e eleitor reclamando da qualidade dos candidatos, eu diria que a inserção de Mansur no pleito só valoriza a disputa e oferece melhores opções ao eleitorado. É uma falácia dispensar a colaboração do deputado no processo. Se Ferraço viesse à disputa ou Rodrigo, a forçação de barra neste sentido ficaria oculta. É um palpite. Não acredito em preconceito pelo fato de sua vida eclesiástica ativa.

Agora, se a análise é por convicção ideológica ou até por interesse por torce por este ou aquele – levando em conta que o parlamentar é forte candidato a polarizar a disputa -, eu não daria volta. Já emitia logo meu apoio ao meu preferido sem a falsa desculpa da “imparcialidade”, demolindo o resto nas suas fraquezas. E, meu amigo, o que tem de candidato com Calcanhar de Aquiles em Cachoeiro-ES!

Respeitosamente, contrariando o direito legítimo de opinar sobre quaisquer questões do meu amigo Ilauro, considero até fundamental a participação democrática do deputado que já tem jornada respeitável na vida pública. Não tenho candidato a prefeito, ainda. Quando o tiver, até revelarei. Agora, falar que ele é mais importante no parlamento é uma emenda pior do que o soneto. Aquilo lá é para desconstruir uma liderança política em detrimento da carência do seu Município. Prefiro ele aqui!

Agora, sobre minha visão sobre o sistema político em voga? Uma desgraça. Defendo a reforma com essa obrigatoriedade, do mandatário cumprir todo mandato; a proibição de qualquer mandatário assumir cargos comissionados durante o mandato – claro que se a primeira hipótese fosse aprovada, a segunda inexistiria de se reportar a ela – ; e o voto não obrigatório. Por ora, porém, enquanto o sistema não muda, aceitemos suas amplitudes.

Então, deputado Marcos Mansur, vem de volta, que Cachoeiro precisa de lideranças qualificadas! A urna punindo ou gratificando!

Romário do PV será a revelação nas eleições 2016

Por Jackson Rangel Vieira, jornalista

A revelação das eleições 2016 para prefeito de Cachoeiro de Itapemirim-ES será Romário Miranda, conhecido como Romário do União (PV). Nunca disputou nenhum pleito, porém se identifica com o povão. Tem a cara do povão. É cedo para saber sua performance na televisão – instrumento que dará contornos definitivos às tendências -, contudo não passará vergonha na disputa e .a inda, vai deixar gente com dor de cotovelo, que o tirou por menos.

Na região da ponte municipal para baixo, bairros União, Monte Belo, vizinhanças; Coronel Borges e Gonzaga, e circunvizinhanças , seu nome será bem cotado pelos trabalhos sociais realizados enquanto servidor público. A missão mais árdua será conquistar o outro lado da cidade e suas laterais. Nada que um bom marqueteiro não possa corrigir e, com pesquisa, receber orientação para conhecer novas realidades sociais das quais precisará convencer os formadores de opinião.

Romário é dotado de personalidade, honesto, foi participante ativo dos movimentos da denominação batista na sua juventude, em que fui seu líder. Se ele tem chances, probabilidade de vencer o pleito? Claro que tem. Vai depender somente dele estabelecer o formato de campanha, gastar muito chinelo, e apresentar-se o que ele realmente é: homem simples e do baixo clero da pirâmide social, ou seja, a maioria da população eleitoral.

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Romário (ESQUERDA) com seus familiares e correligionários incondicionais