Justiça de Mimoso do Sul não julga caso grave de corrupção. Por quê?

Por motivos desconhecidos no momento em que o clamor é grande contra a corrupção no Brasil, a Justiça de Mimoso do Sul, 2ª Vara Criminal, deixa dormitar julgamento  no maior caso de desvio de recursos daquele Município do Sul do Espírito Santo, envolvendo a Previdência dos Servidores, lesados de forma indecorosa.

Trata-se da subtração de recursos de mais de R$ 1 milhão por meio do cérebro criminoso da ex-presidente do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município (Iprevmimoso), Lúcia Maria Fontes Gomes, que até produto de beleza comprava com a locupletação. Ela cumpre prisão em liberdade com os autos conclusos para julgamento definitivo da pena.

A promotoria investigou entre 2012 e 2013 os desvios que aconteceram entre 2002 a 2008, com detalhamento dos modus operandis, e consta inerte na tramitação processual, sendo muito benevolente com essa horrenda ação de corrupção. A prisão foi decretada, mas sem eficácia em decorrência dos recursos e lentidão no curso judicial, mesmo o caso sendo considerado de alta gravidade.

Não há de se criticar, neste caso, a falta de critério e celeridade do MPES contra esquema sofisticado de subtração indevida de recurso público. Há de se criticar um prazo de dois anos sem julgamento e sentença, com distribuição desde 2014 do processo sem o presente julgamento. Fica no ar o aroma da impunidade, desvencilhando-se de que alguns são mas iguais do que outros na façanha do crime.

ENTENDA O CASO:

Com base em uma denúncia do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça de Mimoso do Sul, a Justiça determinou a prisão de Lúcia Maria Fontes Gomes, ex-presidente do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do município (Iprevmimoso). Mas, aguarda julgamento há dois anos.

Ela foi acusada de crimes como desvio de recursos por meio de recebimento indevido de valores referentes a desconto previdenciário; desvio de recursos por meio de gastos indevidos com padaria; de cheques; desvio de recursos mediante pagamentos indevidos de diárias, viagens e adiantamentos; e dispensa indevida de licitação. Segundo a denúncia do MPES, os delitos ocorreram de 2008 a 2012, no período em que a então presidente esteve à frente do Iprevmimoso.

Em novembro de 2012, a Promotoria de Justiça de Mimoso do Sul, em parceria com a Polícia Civil, realizou operação de busca e apreensão no Instituto de Previdência. Na ocasião, foram apreendidos centenas de processos administrativos. A medida foi tomada a partir de denúncias de que Lúcia Maria estaria desviando verbas públicas. A investigação teve origem a partir de um cheque do Iprevmimoso, no valor de R$ 800, originariamente preenchido para custear despesas inerentes ao Instituto. Contudo, foi utilizado para arcar com despesas em um salão de beleza.

Além desses fatos, a presidente autorizou diversas contratações sem o devido processo licitatório, gerando prejuízos aos cofres públicos. As investigações do MPES resultaram no ajuizamento da denúncia e de uma ação por atos de improbidade administrativa em face da ex-presidente do instituto e de outros suspeitos de participação nos atos ilícitos.

As irregularidades no uso de recursos do Iprevmimoso durante a gestão de Lúcia Mara também foram alvo de representação do Ministério Público de Contas (MPC), em dezembro de 2012. A representação foi autuada sob o número TC 7582/2012 e levou o Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES) a determinar a realização de auditoria extraordinária no Instituto de Previdência de Mimoso do Sul referente aos exercícios de 2008 a 2012. A auditoria também serviu de base para a denúncia do MPES. O processo TC 7582/2012 continua tramitando no Tribunal de Contas e está em fase de citação dos responsáveis para prestarem esclarecimentos.

Fonte: Com informações do MPES

Confira a denúncia do MPES e a decisão da Justiça.
Confira a representação do Ministério Público de Contas.
Confira o andamento processual da Representação TC 7582/2012 no TCE-ES.

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Dois deputados que aprovam a corrupção

Os deputados federais Lelo Coimbra (PMDB) e Marcus Vicente (PP) ficam como quadro pendurado na parede da vergonha política capixaba ao votarem pelo não prosseguimento da denúncia do presidente Michel Temer (PMDB). Ambos, sem dúvidas, com esta profanação, venderam suas almas para garantir a reeleição em 2018.

A Imprensa Internacional acusou o Câmara Federal de estar em “frangalhos”. Foi nojento ver os dois sem espinhas vertebrais ante a máquina do poder central, como milho jogado ao terreno de galinhas. Para encher o papo. Os formadores de opinião já previam os vendilhões blindando a corrupção e a quadrilha instalada em Brasília.

Quanto ao Lelo Coimbra, este nunca teve vergonha de praticar a política tacanha, agachada para o governador do Espírito Santo, PH. Como líder do Governo e correligionário peemedebista, sua sanha não pode nem ser vista como surpresa. Trata-se de cumprimento de ordem da mais assassina contra os eleitores e procuradores do mandato.

Já o deputado Marcus Vicente já visto como voluptuoso tomador de bola no campo político. Elege-se por repasses da CBF e muito dinheiro da JBS, via o partido nacional que está mais sujo do que poleiro de galinha. Enquanto está na engorda, desfragmentando o PP do ES, o futebol capixaba – sua bandeira – está em inanição no limbo da série D.

Em síntese, pela estabilidade, pode roubar. Está foi a tese de todos que livraram o Presidente da República da investigação das práticas de corrupção.

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Quadrilha sem pudor. Atentado contra a Pátria

Eleições de Cachoeiro-ES estão em aberto

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É verdade que a pesquisa não vence eleições e não vence mesmo! Pesquisa é uma máquina fotográfica que registra o momento. Até o dia da votação, muitos momentos são construídos e destruídos.

Bem! Sobre Cachoeiro de Itapemirim-ES. A eleição municipal está em aberto para os oito candidatos, considerando o alto índice de indecisos há cerca de 30 dias da votação. Impressionante!

Poucos sabem interpretar amostragem científica de apuração eleitoral, principalmente. Os leigos não leem a margem de erros que é um percentual que é tanto para cima como para baixo, criando, ás vezes, abismo entre os candidatos e proximidades.

As pesquisas são muitos criticadas pelas paixões que envolvem os partidários e cabos eleitorais. Mas, desconhecer tendências de inércias, crescimentos e declínios é suicídio para os adeptos ainda do “achismo”.

No caso de Cachoeiro de Itapemirim, por exemplo, se perguntar a cada um dos oitos candidatos ao Executivo e aos cerca de 300 pleiteadores de uma cadeira no Parlamento Municipal, todos vão dizer que quase já estão eleitos, porém só tem uma cadeira de prefeito e 19 de vereadores.

Em síntese, os meios de comunicação se deparam com a falta de bom senso dos leitos e com a forte emoção dos candidatos que já sofrem as pressões da disputa dia-a-dia. É compreensível!

Então, meus leitores, a eleição de Cachoeiro de Itapemirim só tem até agora um primeiro colocado isolado, os mais de 50% de indecisos.

Prefeita apoia molestador de criança

Luciano Ribeiro e Amanda Quinta

O molestador de criança Luciano (E) tem tido o apoio e a proteção da Amanda

A prefeita da cidade de presidente Kennedy-ES, com cerca de 11 mil habitantes, Amanda Quinta (PSDB), pasmem, apóia molestador de criança. A FOLHA DO ES denunciou no dia 15 de julho flagrante conversa em rede social do agente de enfermagem comissionado na Prefeitura Municipal, Luciano Ribeiro, e nenhuma providência foi tomada, nem uma correição administrativa.

A conivência com o escroto do assediador de criança tem motivos. Ele faz parte da claque raivosa da prefeita nas suas pretensões de poder. Trata-se de caso hediondo, com requinte de crueldade contra indefeso em diálogo nojento e criminoso. Nem ato administrativo punitivo, quanto mais exoneração. A vista grossa sobre essa aberração faz da prefeita tão monstruosa quanto o próprio monstro correligionário.

O diálogo flagrado entre o molestador de crianças promove ojeriza a qualquer ser humano normal:

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Em Kennedy-ES, a disputa será entre o namorado de Amanda e Reginaldo Quinta

Por Jackson Rangel Vieira, jornalista

A situação não está fácil para o povo da cidade Presidente Kennedy-ES. Pela segunda vez, Amanda Quinta (PSDB) será uma “laranja”. Na primeira eleição, ela se elegeu com o prestígio eleitoral do tio, Reginaldo Quinta (PMDB). Depois de eleita, apaixonada, deixou seu companheiro, Zé Augusto, ser o “prefeito” de fato e pretende a reeleição dele através do nome dela no “santinho”.

Traído pela sobrinha mais nova, Reginaldo terá de encarar, agora, um estranho no ninho, forasteiro. A primeira iniciativa de Zé Augusto foi retirar Amanda da cidade para morar com ele em Apart-hotel em Cachoeiro de Itapemirim-ES, 40 quilômetros da cidade aonde vive o povo humilde e trabalhador de Presidente Kennedy. A inserção do “namorado” de amanda vira, agora, um estelionato eleitoral a ser desnudado.

A cidade não absorveu essa relação de interesses conjugados, tanto que o tio já entra na campanha polarizado com a sobrinha, mesmo por tanto tempo na planície, contra o poder do mando e do desmando do “prefeito” Zé Augusto. Apontamentos de fraudes estão entupindo o Tribunal de Contas, inclusive, sobre as obras recentes auditadas.

Existe suspeita , também, de enriquecimento ilícito do companheiro da Amanda. De um simples servidor público comissionado, virou o “amasiado” mais poderoso da região, como manipulador da “fantoche” companheira e conivente com seus atos, menos, quando o assunto é ameaça feminina. Ela exala forte ciúme de Zé Augusto, quando alguma “galinha” cisca no terreiro dela. Faz parte numa relação, o feromônio dominar.

A verdade é que será uma eleição incomum para o povo de Kennedy, pois precisará discernir entre uma candidatura “laranja” e reeleger o verdadeiro dono da “laranja” ou eleger Reginaldo Quinta, que na sua página de perfil no Facebook pediu desculpas aos kennedenses por eleger a sobrinha sem saber que ela só tomaria posse, mas quem governaria mesmo, na época (2012), seria o “namorado”.

Zé Augusto

Zé Augusto acarinhado na convenção do PSDB por uma correligionária e sua companheira Amanda Quinta (direita). Ele é quem manda e desmanda