Pensamento Perfeito: O Sono

Havia um homem que necessitava de dormir. Amanhecia criando mundos estranhos em milésimos de segundos. Em qualquer condição, adormecer, significava morrer.

Já em idade avançada entre a meia idade e a velhice, seus sentidos ficavam muito aguçados com o passar do tempo ao ponto de ouvir gritos estridentes dele próprio.

O vento quando sobrava suavemente sobre si, este apóstata sentia o hálito insuportável advindo de úlceras incuráveis por todas as vísceras.

O sol apenas lembrança de muitos intensos momentos de garoto. Quando corria pelos morros e rolava em declives macios de gramas de pastos. Predestinado.

A predestinação com falta de sono imposto pelos sussurros cortantes de lábios que lhe acoitavam sem piedade, era incentivo para a confirmação do seu destino.

Era preciso sonhar. A dúvida revolvia dentro dele se de fato ficasse acordado permaneceria vivo. Tinha mais fé pela morte como necessidade.

Um dia ele conseguira dormir em lua mais de duas horas de sono sem intervalo. Não se lembrara de sonhos e nem de pesadelos. Apenas  acordara, modificado.

Este homem nunca tivera histórias para contar sobre o sono sem som. O que se sabe são apenas essas palavras derretidas por pensamentos imperfeitos de seu escriba.

 

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Família dos Ferraço dentro do serpentário do governador Paulo Hartung

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Por Jackson Rangel Vieira

O ano de 2016 começou com fumaça de onde se achará muito fogo. O governador Paulo Hartung (PMDB) – que faz um governo medíocre até o momento -, inicia um processo de extermínio dos Ferraço: deputado Theodorico (DEM) e senador Ricardo (PSDB), incluindo a esposa do presidente da Assembleia, Norma Ayub (DEM), já fragilizada politicamente.

A ideia central resume-se em retirar na categoria o parlamentar da Assembleia, forçando a sair candidato a prefeito de Cachoeiro-ES, onde já foi prefeito por quatro vezes – e, principalmente, de ser reeleito presidente do Parlamento. O deputado é considerado pela equipe de Hartung um incômodo, peso pesado e espalhafatoso para o estilo enrustido de gestão do governador.

Com Ferraço disputando a prefeitura de Cachoeiro, vencendo com apoio da máquina estadual, Paulo Hartung distanciaria ainda mais Norma Ayub de voltar à Prefeitura de Itapemirim, criando uma catarse política com respingo direto no futuro da reeleição ou pretensão maior do senador Ricardo Ferraço que, neste caso, estaria recebendo o “troco” pela “birra” do atual tucano na sucessão de 2014 ao Governo. Alguém lembra?

Enfim, Hartung retira Rodrigo Coelho do “Ninho da Serpente Petista”, para dar nova roupagem ao seu novo garotão preferencial de seu ciclo político restrito. O deputado aceitou se Secretário de Assistência Social. Seu perfil é de “malandro carioca” com “cola de padre”, oriundo de Bom Jesus do Norte.

Para os cachoeirenses, o deputado é forasteiro e farsante desconhecido dos capixabas na sua essência no que é pertinente a probidade. Desgraçou o governo de Carlos Casteglione (PT), seu último padrinho, que se afunda em corrupção originada de quando era Coelho era Secretário de Governo e atuava com atribuições de Chefe de Executivo.

Fim da ópera: A família Ferraço está dentro do serpentário do governador imperialista Livrando-se dela, ele, Paulo Hartung, atingiria múltiplos orgasmos dentro do seu serpentário.

Minha carta “pré” póstuma

Por Jackson Rangel Vieira

O derradeiro dia vem para todos debaixo do sol e da lua. O desejo sobre como será meu velório deixo escrito sem receio de arrependimento. Vou logo ao ponto: Deixarei orientado a alguém de minha confiança que se cumpra a risca o formato do enterro.

 A exceção de menos de cinco pessoas, os demais estarão proibidos de velar o meu corpo. O ataúde em cortejo será levado por quatro desconhecidos até aos sete palmos. Nada de cruz e lápide!

Deixarei uma carta explicativa sobre todas as pessoas que conviveram comigo a respeito dos motivos pelos quais não poderão chorar sobre o caixão; e aos que poderão, sem difamar, caluniar e injuriar. cada um entenderá nas palavras chaves do porquê não desejo suas lágrimas.

 A esta altura da minha vida, quem tinha de demonstrar amor ao meu ser, já teria expressado de modo que eu percebesse. Mesmo morto, impedirei lágrimas de conveniência. Farisaica. Sou um amado de Deus, disso bem sei.

Para garantir a vontade deste “falecido”, vou registrar em cartório  sob custódia em petição judicial para o seu cumprimento na íntegra . Autorizarei – e deixarei recurso para tanto – a contratação de seguranças para impedimento da entrada aos céticos e desavisados ou falsos inconformados.

Não quero ser promovido a “um homem bom” como todo falecido. Quando vim ao mundo não cultivei nas pessoas amor com mentiras para ser unanimidade. Só quem me amou e cuidou de mim terá o direito da saudade.

Quanto aos que não poderão velar, examinarão, tenho certeza, a si mesmos com acuidade. Quanto aos que terão passe livre para me ver de olhos fechados, também revelarei os motivos. Aos estranhos, entendo ser desnecessário ritualizar o momento, mesmo deles guardados no coração admiração e afeição de ouvir falar.

Como morto estarei, já na vida eterna, nada me importa qualquer crítica ou comentário em relação à minha não ortodoxa vontade por escrito. Este meu pensamento vem de muito tempo. Não sou especial em relação a ninguém, mas nunca precisei ser igual.

Claro que o resultado dessa dissertação é fruto do desamor e da incompreensão pela escolha do meu estilo de vida. Radicalizo muito na indignação sobre combater o que aprendi ser injustiça ao próximo, sem receber nada por isso, senão o conforto da minha consciência e cheio de dores inerentes aos semelhantes melhores do que eu imagino ser nesse quesito.

Prescrito, prescrito vou até ao final contra os abutres, por isso quero todo mundo longe de mim – os hipócritas, principalmente – , para não estimular falsos sentimentos para os puros de coração, aos que me ajudaram na minha jornada sem nada exigir, só pelo verdadeiro prazer de gostar de como sou ou de como era.

Atenciosamente. Perdão pelo revezamento dos verbos ( presente e futuro ), pois não é fácil escrever como se morto estivesse. Porém, entretanto, feliz, vou ressuscitar, em Cristo Jesus. Logo, não morrerei de verdade. Por isso, bem sei que posso ter essa petulância, pois a primeira morte é uma grande mentira para ao que crer de fé em fé.

Evangélicos assistem 50 tons de cinza, cristãos, não!

Cena do filme 50 Tons de Cinza

Cena do filme 50 Tons de Cinza

Por Jackson Rangel

Nem pensam em alienação e fundamentalismo por tratar do assunto a seguir, como será tratado. Sei entrar e sei sair sobre qualquer discussão, sem vender minhas convicções.

Harry Potter, Crepúsculo, 50 Tons de Cinza, Malévola e outros livros/filmes que são sucessos pelo mundo, enricando seus autores e atores, são concebidos para infectar a mente seduzida, com processo, dependendo do estágio, irreversível, transformando seus telespectadores numa legião de idólatras.

Evangélicos “gospemaníacos” e religiosos falsos piedosos estão infiltrados nas Igrejas e crucificando Jesus Cristo todos os dias. São pactuados com esse mundo místico, habitado por demônios famintos de almas. Cristãos com frutos da conversão repudiam, combatem em oração e orientam os incautos a não serem capturados pelos vírus hollywoodianos.

Para não construir texto enfadonho, pois este tema já é bastante debatido, emito opinião com base na minha intimidade com Deus: Quem entra nesse labirinto, seja por livros, pela televisão, pelo cinema, pelas redes sociais, são consumidores de pecados e transmissores, marcados para entrar pelo portal do caminho largo do inferno.

São adoradores de demônios que se apresentam em forma humana, anjos de luz, lindos e sedutores, sanguessugas de almas. Não há como estes, que trocam sua liberdade pela libertinagem, entrarem na porta estreita do Reino do Céus.

Estou fazendo a minha parte ao jeito mais ameno do que Jesus, João Batista, os apóstolos e os profetas tratariam se estivessem em nossa época.

Eu sou um imbecil !!!