Imagem do filme O Ladrão de Sonhos

Excepcional o filme o “Vendedor de Sonhos”, de Augusto Cury, psiquiatra e escritor de renome internacional, em livro e em filme. Em contraponto, sem combinação em contraditar, existe a película “O Ladrão de Sonhos”, francês, de 1995, dirigido pelo cineasta Pierre-Jacques Bénichou.

O prefeito de Cachoeiro de Itapemirim-ES, Victor Coelho (PSB), fazendo paralelismo e analogia sobre as duas vertentes existências expostas nas dois roteiro, é o “Ladrão de Sonhos” do povo de Cachoeiro de Itapemirim-ES. Apresentou-se em 2016 como a nova política, o novo rosto e se escondeu por trás do sentimento coletivo da perda do irmão e do pai.

Com uma administração petista em curso, danosa, e desafiadora à honestidade de escândalo em escândalo pelo Brasil, nasceu o ator em palco com a maior platéia que ele poderia conquistar: 59 mil eleitores, recorde histórico em eleições majoritárias no Município.

“O ladrão de Sonhos” de Cachoeiro de Itapemirim roubou parte do futuro de uma geração, com sua incapacidade gerencial;

“O Ladrão de Sonhos” de Cachoeiro de Itapemirim roubou a possibilidade do povo de encontrar o consolo do desenvolvimento e progresso;

“O Ladrão de Sonhos” de Cachoeiro de Itapemirim roubou a dignidade cachoeirense aos importar estrangeiros para escravizar e viciar a máquina;

“O Ladrão de Sonhos” de Cachoeiro de Itapemirim roubou a honestidade de si mesmo ao transferir a procuração para agente de terceiro escalão do Governo do Estado;

“O Ladrão de Sonhos” de Cachoeiro de Itapemirim roubou a religiosidade dos seus seguidores ao se apresentar santo, enquanto cultiva pecados;

“O Ladrão de Sonhos” de Cachoeiro de Itapemirim capturou as mentes dos incautos sem apresenta uma única obra vertical de alguma relevância;

Em síntese, o “Ladrão de Sonhos” de Cachoeiro de Itapemirim vive o sonho tele transportado de outro cerebelo, abandonando a sua aldeia e traindo sua origem e família.

Em antagonismo, ” O Ladrão de Sonhos” repudia “O vendedor de Sonhos” que ao menos leva esperança inspirado no passado traumático, porém sincero.

Contudo, o sonho dos cachoeirenses não morreu e nunca morrerá.