Os governadores estão errados duas vezes: na saúde e na política

Baseado nos fatos diários, mesmo com excesso de informações difusas e distorcidas pela chamada grande mídia, concluo que os governadores opositores ao presidente Jair Bolsonaro vão quebrar a cara em 2022. Não passarão pelo teste da reeleição.

A oportunidade do coronavírus e o oportunismo de politizá-lo, ignorando o diálogo com o Presidente da República, foram erros crassos para a casta de políticos que subestimou a honestidade do agente público da mais alta patente do País e um governo sem a mácula da corrupção.

Os governantes antipáticos ao presidente Jair Bolsonaro que fazem medição de força, criando um federalismo híbrido, fechado para dar e aberto para receber, serão vitimados em 2022, aqueles aspirantes à reeleição. Os maus assessorados, então, estarão ladeira abaixo por puro capricho da inaptidão.

Os governadores erraram ao, dolosamente agrupados, planejar derrubada do Presidente com vistas às eleições futuras, inclusive, pensando em atrair aprovação do eleitorado. Ledo engano! O presidente pode sair às ruas sob aplausos, já os governantes de suas federações precisam se esconder.

Sobre o novo mundo após a epidemia, na política, fica valendo o adágio do mercado: a história não perdoa traidores. Quanto a isso, o tempo continua sendo dona da razão.