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Ninguém é incriticável. Homem público, principalmente. Dias desses, escrevi que tinha tido a minha primeira decepção com o prefeito de Cachoeiro de Itapemirim-ES, Victor Coelho (PSB). Os seus adversários e os meus gostam, achando, que minhas diferenças em ponto de vista são irreversíveis. Ledo engano!

Deixo claro – sem nenhum temor de se arrepender – que considero o prefeito homem público notável e mais grata surpresa nesse mercado político prostituído. Espontâneo, atravessou 2017 sem oposição por conta da sua sinceridade de propósito em cuidar bem das pessoas, destacando-se entre os 78 prefeitos do ES. Entrou em 2018 passando por um quebra mola, o carnaval – erro de logística.

Por nutrir, ao longe, grande admiração pela sua pessoa e pelo gestor transparente, sou imprudente na torcida, confesso. Sabe quando você assiste a um jogo de futebol e um jogador do seu time chuta a bola pra fora e você por reflexo chuta com ele como se fosse ajudar a fazer o gol, é o meu caso em relação ao Victor quando acerta e quando erra. Bem verdade que os acertos são incomparáveis aos pequenos acidentes naturais de percurso, inerentes a todos governantes que não fogem de suas responsabilidades.

Depois dessa dificuldade inicial, tenho certeza que vai desenvolver uma agenda positiva para os cachoeirenses com lançamentos de pacotes de obras. A maioria da população o tem como filho caçula amado pela sua autenticidade – até quando se zanga. Sou fã do seu jeito descolado de gerir a coisa pública. Haveremos de muito comemorar. Anote aí!

Sobre crítica irreversível é quando se denúncia o mau político, da banda podre, em que não se cabe mais recurso. Não faço aposta por princípio, porém da relatividade política não temo em construir assertiva absoluta do seu êxito no uso do poder discricionário para cuidar da qualidade de vida dos cachoeirenses, como tem proposto e realizado.

O seu sucesso será a sedimentação da nova política para a inserção de novas lideranças no mercado político a partir das eleições de 2018. Ele é meu líder. Ele só não é líder de quem está preso ao passado ou daqueles que desejam usurpar o futuro. Sou seu soldado sem cargo. Sou um colaborador. Minha lealdade não faz curva. Ele vai chutar para o gol e , por reflexo, vou chutar com ele.

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