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Viação Flecha Branca, empresa do ramo de transporte coletivo se passageiros, nasceu em 22 de Dezembro de 1973, fruto da unificação das empresas que operavam na época o transporte coletivo na cidade de Cachoeiro de Itapemirim – ES. Eram elas: Viação Águia Branca, Viação São Cristóvão, Perim Transportes e Viação Carleto.

Com a unificação das empresas, a constituição aconteceu em 27 de Março de 1974, quando Manoel Carletto, Joaquim Carlette, Jersilio Cypriano, Santo Francisco Cypriano e Carlos Roberto Cypriano fundaram a Viação Flecha Branca.

Em Setembro de 1975 os sócios Carlos Roberto Cypriano e Santo Francisco Cypriano deixaram a sociedade, passando então a também fazer parte dela, Rodolfo Cypriano.  (Site oficial da Flecha Branca)

Xiitas, sem vivência comparativa, escolheram em transe a Viação Flecha Branca como o maior vilão de toda história na área de transporte coletivo urbano sem nenhuma medida simétrica. Deve-se muito à construção deste mito aos políticos que transformaram a concessão em bandeira eleitoral por não ter nenhuma.

De tanto repetir que a empresa de transporte coletivo cachoeirense não serve bem – a maioria dos críticos nem utiliza o serviço – , o criticável virou ícone de apedrejamento para um gozo pessoal por pura ignorância, valendo-se somente do instinto não evolutivo.

Aos fatos: Depois da Unimed, a Flecha Banca é a segunda maior empregadora do Município. Nunca esteve envolvida em nenhum escândalo de desvio de função e apropriação indébita do erário. Sempre atendeu aos projetos de mobilidade urbana dos gestores – ruins ou bons.

Tem mais: Sofreu todo tipo de devassa fiscal e bancária em períodos pré-eleitorais e os algozes nunca encontraram nem mesmo infração na contabilidade. Nenhum Município do sul do Espírito Santo tem topografia tão íngreme, encarecendo os insumos, com ruas asfixiantes, fazendo a viação gemer para cumprir sua atividade.

Não para: Todo tipo de empresa de consultoria foi contratada para auditar o valor da passagem. Pasmem, sugerindo valores maiores do que os aplicados. Aliás, todo protesto por conta de reajuste de tarifas na linha do tempo fosse considerado, o valor seria zero.

Por esta sinopse, o fato preponderante não mencionado nas críticas no raso argumento é que a empresa opera desde 1973 como “monopólio” porque, simplesmente, nenhuma tem interesse em assumir o serviço. Isto é a cultura da cegueira dos críticos contumazes. Já se perguntaram sobre isto?

Quem tem prazer em exercitar a mente, verificará a exclusividade das reclamações, na área, somente em Cachoeiro de Itapemirim em detrimento de outros Municípios com serviços da pior qualidade de forma incomparável. Impressionante a incapacidade de análise daqueles que não a fazem.

A Flecha Branca – pouca gente sabe – serve a sociedade de forma voluntariosa em eventos sociais de solidariedade em grande escala. Os proprietários da concessão estão presentes no dia-a-dia da empresa. Nunca fugiram de nenhuma responsabilidade de enfrentamento.

Sobre os donos, por esse movimento induzido de imputar a eles todos os males das crises holísticas dos cachoeirenses, tornaram-se reféns e aprisionados na sua própria cidade. Não podem usufruir de nenhum bem conquistado ou ter vida social dentro da simplicidade que lhe são peculiar.

Ou o cachoeirense põe fim neste estigma ou o estigma vai matar o cachoeirense. É a última das tracionais empresas sobreviventes: Viação Itapemirim, faliu; Nassau, faliu; Itacar Carros, faliu; San Karlos, faliu; Dadalto, faliu; Hotel Carone, faliu….

Incontáveis outras micros e médias empresas familiares faliram, tornando o solo econômico árido da Capital Secreta que a cada dia está ficando mais secreta até sumir do mapa por assim permanecer a mentalidade turva das críticas ralas e recorrentes, destrutivas.

Agora, na primeira pessoa. Parece-me que a gente cultua o masoquismo. O inferno sempre são os outros. Concluindo, existirá quem leia o artigo e, ainda dirá: este jornalista recebeu uma fortuna para elogiar a empresa. A você eu recomendo: saia da caverna de Platão! Murmure sentindo dor. Se eu já andei de ônibus? muito, muito…

Como sei sobre tanto? Nem tanto! Acompanho tudo há 35 anos como jornalista. Tempo suficiente para formular a tese e a antítese sobre a vida da Flecha Branca e sua saga para atender cerca de 35 mil usuários dia. Honra a quem merece honra, sob a perspectiva da verdade, sem a qual o homem fica chafurdado no relativismo do achismo.

Hoje a Viação Flecha Branca possui 67 linhas licitadas e 54 em operação, transporta em média 35.000 passageiros por dia entre pagantes e gratuidades e atende a 95% dos bairros de Cachoeiro de Itapemirim. Está com a bilhetagem eletrônica 100% implantada, o que está proporcionando muito mais conforto, agilidade e segurança aos clientes / usuários. Para prestar todos esses serviços de altíssima qualidade, a Viação Flecha Branca mantém 611 empregos diretos e cerca de 1.800 indiretos. (site oficial da Flecha Branca)

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