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Já que o Congresso Nacional do Brasil não teve coragem de fazer ampla reforma política para melhor e deputar o sistema eleitoral, o povo poderá, indiretamente, produzir o efeito nas urnas almejado: renovação da classe política, com o fim do ciclo vicioso.

A melhor ideia e que se espalha pelo Brasil afora é a não reeleição e o movimento para que não se vote em quem tem matado por cumprir até 2020, evitando de uma eleição servir apenas para trampolim de outra, traindo os eleitores de forma covarde.

Outra reforma informal, que o o prefeito de Cachoeiro de Itapemirim-ES, Victor Coelho, serve de referência, é o Executivo não convidar e nem nomear mandatário para ser secretário, abrindo vaga para suplente de forma acintosa com objetivos escusos.

No caso, o não chamamento de políticos eleitos para assumiram postos no Executivo, em todas as esferas – municipal, estadual e federal – eliminaria o fisiologismo, ou negociatas de balcão entre partidos políticos a pretexto de construção “de alianças da base”.

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