capa_materia

No Ocidente Americano e na Europa, pouco se debate por vergonha ou hipocrisia, que o Sistema é notoriamente racista. As oportunidades nos Poderes constituídos são oferecidas às brancas traços seletivos. A porta mais larga da discriminação.

Não generalizando, é claro, os Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo são passarelas para contratadas, principalmente em cargo em comissão, para atender a tradição  machista em obter o melhor harém como demonstração de poder e prestígio.

As negras estão lá também, algumas pardas,  para os trabalhos mais repetitivos de despachante de processos, sem oportunidade de aprendizagem como recebem as colegas privilegiadas pela “cor”.. Então, os corredores são quase passarelas para as estagiárias e concursadas, curiosamente, 90% de supremacia branca.

Saindo do rodapé, dificilmente, raramente, mas têm, magistrados ou juízas negras, e também promotores de cores fechadas. Uma prefeita negra. Um presidente da Justiça negro. Um papa negro. Joaquim Barbosa é lembrado como único no inconsciente brasileiro como o negro que participou diretamente de mudanças no sistema.

Algo está errado, mas não se vê nos momentos da negritude debater diferenças nas esferas mais alta, senão mendigando cotas como solução para chegar à equidade, discussão paliativa.

Os negros são alvos fáceis na sociedade patriarcal , machista e marginal. Vítimas da exploração pelos poderes que, por motivo doloso, preferem o desfile da beleza clássica, e, em alguns casos, próximo da prática do meretrício.

674_negromercado_

Anúncios