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Zoofilismo já praticado timidamente na sociedade hedonista moderna

O vídeo autorizado pelos presente e divulgado nas redes sociais, há dois dias, numa escola de São Paulo, chocou os mais pudicos – com razão – , mas não faz cócegas para quem tem consumido de tudo nas novelas da Rede Globo e pela própria internet.

Uma suposta professora colocando camisinha num pênis ereto – glande cobaia – para ensinar como usar a boca com maestria, engolindo-o e deixando o preservativo em ponto de uso. A platéia de estudantes gracejava e aplaudia a habilidade da professora.

Da discussão sobre o que é arte  e pornografia, as escolas têm ensinado mais em como seu corpo docente vai ser melhor meretriz e bandido maioral, menos aprender português, matemática e matérias essências para o desenvolvimento do raciocínio logico.

Já aceito o acasalamento homossexual como de essência natural, agora, como praticado pelos antepassados, os seres humanos vão partir para o zoofilismo – homem ou mulher com animal -. Não havendo maus tratos ao bicho, estará tudo bem com a associação de proteção ao animal.

A outra fase, mais futuristas, será copular com corpos cibernéticos no avanço tecnológico, substituindo o ser humano por uma máquina com reflexos programados, talvez, com maior capacidade química de produzir prazer. Coisa de louco, mas será normal. Seremos chipados. Não há Deus neste negócio!

Ninguém sabe ao certo, nem os adeptos de que o prazer é a felicidade, do vale tudo, para onde a sociedade está no assentamento moral, conjunto de valores formados a partir do aprendizado. Estamos avançando ou voltando às práticas de instintos primitivos?

 

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