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Adriana Peçanha assumiu comandos da Prefeitura de Itapemirim sem ser nomeada

O prefeito interino de Itapemirim-ES, Thiago Peçanha (PSDB), vem desafiando o Legislativo e o Ministério Público, praticando nepotismo e um tipo de “incesto” contra a ordem pública com a inserção de outra irmã, Adriana Peçanha, que sem nomeação de comando, ocupa a sala do gerente geral, José Mauro, assassinado, dando ordens e até praticando assédio moral, além de crime de prevaricação.

O que parecia promissor, o jovem de 38 anos, Thiago Peçanha é visto como “garoto mimado”, protegido pelas irmãs. Adriana Peçanha é professora por Marataízes, cedida para a Prefeitura de Itapemirim. O prefeito até tentou devolvê-la, mas a irmã se impôs e manda no espaço público da Prefeitura e nos seus habitantes. A secretária de Governo, Luciana Peçanha, foi preterida em poder e está indisposta.

Não existe caso similar de nepotismo em que a irmã do prefeito dá ordens de dentro da Prefeitura sem nomeação de cargo de chefia para praticar atos de ordens diretas a servidores. Este crime cai no campo, entretanto, da prevaricação: “Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal: Pena – detenção, de 3 meses a 1 ano, e multa.”

Thiago Peçanha não consegue governar com a família que tomou das suas atribuições de mando e de gestor. A agressividade como age a irmã infiltrada está chamando atenção de funcionários humilhados por ela que pode abrir precedente para ações de assédio moral. Ela se locupleta da prefeitura, usurpa poderes, com aquiescência do prefeito. A situação é imoral e criminosa. Pode render ao prefeito seu afastamento, assim como dos seus familiares, imediatamente.

 

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