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19 de agosto de 2013- Momento na sede da OAB, quando recebi hoje (19), a carteira da Ordem pelas autoridades diretivas da Instituição – número 21-212 – na sala da presidência pelo presidente Homero Mafra; vice Flávia Brandão; e diretores da Associação dos Magistrados do ES.

Além das mazelas denunciadas sobre a OAB-ES por mim, sofri o pão que o diabo amaçou quando o Partido dos Trabalhadores tinha ascensão sobre a Instituição. O seu presidente, Homero Mafra, foi advogado do seu colega, o “Gavião”, José Irineu, com a sua então esposa, Gisele Mafra, como promotora do caso em Cachoeiro-ES.

Como jornalista, se pudessem, prenderiam-me nas audiências de conciliações, com censura prévia autorizada pela Justiça, tentando de todas as formas me coagir. Entraram na Justiça em consórcio toda bandidagem do PT de Cachoeiro-ES contra mim, do partido aos seus agentes públicos corruptos.

A OAB de Cachoeiro-ES recebeu a formalização das minhas denúncias e nada fez, só resposta informal de que enviaram o caso para OAB sede por envolver um advogado, “O Gavião”. A denúncia que foi tratada como crimes contra a honra procedia. Confirmou-se com a delação da Odebrect na operação Lava Jato.

Fecharam um cerco covarde sem conhecer minha persistência e paciência. OAB queria e conseguiu em parte proteger o seu maior aliado endinheirado, o braço financeiro do PT, o “Gavião”, Zé Irineu.

Formei-me em direito em 1990. Requeri minha carteira porque a lei me concedia o direito. Entrei com o requerimento.

O presidente da OAB de Cachoeiro-ES, Rômulo Louzada, até reconheceu e orientou sobre os procedimentos, mas sucumbiu ante ameças de bastidores do “mandachuva” local, o “Gavião”. Sofri por 1 ano, com testemunho do deputado estadual Hércules Silveira, dos percalços dolosos para obter a minha inscrição.

Homero Mafra, fraco de personalidade e parceiro do advogado cachoeirense, aceitou pedido de impugnação do dito cujo e a humilhação prosperou até ser levado meu caso de novo ao Conselho da Ordem, saindo vencedor pela relatoria do meu ingresso.

Homero além de castrar em petição minha liberdade de denunciar os “petralhas” na Justiça em favor de seu comparsa, fez isto na condição de presidente da OAB que eu pensei como séria dos tempos de Agessandro da Costa Pereira. Fui paciente com toda artimanha envolvendo o trio: Homero, Robson Louzada e José Irineu.

A covardia por parte da OAB de Cachoeiro foi ser subjugada, sem espinha, pelo Zé Irineu que me impediu de receber a carteira na minha cidade depois de deferida.

Fingi-me de morto e atendi ao pedido de receber a carteira na sede da Ordem das mãos do meu próprio algoz. Eu chamaria isto mais do que impropriedade, mas de ações de organizações criminosas naquele momento: OAB e PT.

Segui em frente sabendo que em toda reta também tem curvas. Minha família sofreu. Eu sofri. De cabeça erguida. Com prejuízos imensuráveis. Porém, não me curvei e não me curvarei.

Estou, agora, esperando receber processo do “pulha” para embate de que tenho prazer de lutar por ser bom o direito que me assiste. A esposa dele ou ex será minha testemunha da qual não vou abrir mão.

Contudo, tenho que fazer reservas à maioria da direção da OAB, honesta de propósito e deve estar envergonhada como eu com a sucessão de atitudes marginais praticadas pelo seu presidente com o dinheiro da Ordem.

Além do mais, vou denunciar ao Conselho Nacional. Só para registrar a discriminação que praticaram contra mim: Nunca recebi um convite da OAB de Cachoeiro para nenhum evento, ou data comemorativa da classe, nem da OAB-ES, somente da OAB nacional.

Não se pratica este tipo de perseguição contra um membro da OAB por partidarismo e nem por outro motivo que se escolha contra a moral e a ética. O meu caso é mais um caso de denúncia contra o presidente Homero Mafra.

Se vamos para a luta, chamemos todos os personagens envolvidos e da minha parte os convocarei por direito: da treinadora de PEJs à promotora que fazem parte da vida dele. Vamos colocar a verdade na mesa da Justiça. Das ex-funcionárias denunciantes de assédio moral até outros autores de ações na Justiça contra a OAB que faz acordos impróprios.

Se sou louco por minha coragem, vou continuar no meu manicômio. Prefiro essa qualificação a ser aliciado por milícias de seitas partidárias e grupos organizados “donos do sistema” que expoliam  e ofendem o arcabouço jurídico com pretextos escusos como os narrados.

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