O governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), é o político mais mentiroso e criador de factoide que já conheci em toda minha carreira de jornalista. O engodo é criado num tipo de serviço de inteligência em busca de se perpetuar no poder.

A última da sua farsa diz respeito de convite para disputar as eleições pelo Rio de Janeiro. A penúltima falácia é de que está estudando a proposta do histriônico  ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, na chapa como candidato a vice-presidente.

Em filiações partidárias pode ser considerado uma prostituta que finge orgasmo para impressionar o companheiro, mas nunca teve posicionamento de fidelidade. Traiu todos os candidatos a presidente da República, camaleonicamente. O PSDB o conhece bem, menos o garoto Rodrigo Maia do DEM, ainda.

Fora essas extravagâncias patrocinadas em  meios de comunicação venais  para amplificar seu passe de fora para dentro, a sua ação fraudulenta tem objetivo de conseguir se viabilizar para 2018 em desespero sem limites. Seu sonho maior sempre foi ser Ministro de Estado. Nunca foi convidado.

O economista joga, especulativamente, para impressionar a classe política local mais acometida pela imbecilidade. Potencializa a mentira para ver se engana o máximo de incautos.

O caso de PH é grave e cônico, de alguém chafurdado na lama com certidão negativa forjada na intimidação e influência nas instituições jurídicas e suas ligações perigosas plantadas em pirâmide.

Quanto mais se aproxima o fim do seu império e côrte, mais desatino comete  como um gângster, o maior do Espírito Santo.

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PH dissimula, mente, e cria factoides na tentativa de sobreviver em 2018
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