Em artigos anteriores, exaltei as ideias expostas do prefeito de Itapemirim em exercício Thiago Peçanha (PSDB) como promissoras. Entretanto, passados cinco meses ficou explícito que a “prefeita’ é a sua irmã, Luciana Peçanha.

Enquanto o prefeito age como símbolo, num linguajar mais apropriado como “Rainha da Inglaterra”, a sua irmã lida com as demandas de Estado, gerando certo desconforto e incertezas para o futuro. Neófita, as reclamações afloram.

O exemplo mais recente foi no episódio da morte do Secretário José Mauro, uma execução. O prefeito se trancafiou no seu apartamento em Guarapari, enquanto Luciana Peçanha tocava a festa do Município como “mandatária”.

O prefeito Thiago Peçanha se esforça para transformar o crime numa ação política de ordem do seu antecessor, Luciano de Paiva (PROS), porém essa versão está apelativa e com efeito bumerangue. Os vereadores estão começando a ficar desconfiados.

Por mais competente seja a Secretária de Governo, Luciana, as atribuições de prefeito estão sendo negligenciadas e pode gerar crise política, não descartando nem a possibilidade de impeachment pela Câmara Municipal ou afastamento pela própria Justiça. [

A gestão familiar com destaque para a irmã poderá implodir o futuro da administração.

 

 

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