Nascer, viver e morrer sem nenhum sentido

Posted on 09/09/2017

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Nenhum ser vivente, com vida alem da puberdade, é imune a questionar sua existência. Sete bilhões de habitantes no planeta terra não sabem, em parte da sua unidade de tempo, o que fazer com os pilares fixos do respirar: sexo, poder e dinheiro.

O nascer é solitário. O morrer, também. O hiato entre uma ponta e outra trata-se da luta incessante para cumprimento de uma missão misteriosa, envolvendo amor, felicidade e paz. Encontra-se na batalha, porém, mais dor, tristeza e aflições. Somar os paralelos.

A soma desses antagonismos é o esforço individual, de patrimônio intransferível, da missão neste universo de linguagem estranha, de conhecimento limitado, regido por crenças e vontades aprendidas. Nem todos peregrinam bem sucedidos.

Criou-se escolas de entendimento que o existir está intrinsecamente ligado a uma força acima de tudo para se cumprir sua parte de um trato sem termos. Em síntese, a passagem pode ser filigrana de fragmentos sem qualquer ordem e sentido. É isto!

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