A Justiça na vala comum dos demais Poderes

Posted on 29/08/2017

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A maioria das Comarcas do Espírito Santo está viciada. Os magistrados, exceções, em tabela com o Ministério Público, são retardados quando lhes convém e aplicam a lei pelas lagunas de forma pessoalizada e nada republicana.

A verdade que está sendo descortinada a bandidagem de toga denunciada pela ex-ministra Eliana de Calmon e, agora, o sistema vicioso do Judiciário se desmonda no vale de ossos secos juntamente com o Legislativo e o Executivo.

O curioso disso tudo que, com o desmonte da tese de Montesquieu, não existe quem fiscaliza quem, permitindo que o errado seja o certo e o certo seja o errado. Bandidos e mocinhos se mistura nessa nuvem negra sob o Brasil de iguais mais do que outros.

Como jornalista combativo aos corruptos, desde 18 anos, sou – na estatística – o mais perseguido no Estado.  O corrupto se safa e eu fico agarrado na judiação de juízes e promotores recalcados porque fazem pouco pela sociedade no combate à corrupção.

A verdade se verifica em números neste espiral da vergonha de ser brasileiro:

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Estou acumulando a tempo dossiê que já passa de 2 metros de altura sobre promotores e juízes que se aproveitam das ações de injúria, calúnia e difamação dos colarinhos brancos, orquestradas por grupos políticos e poder econômico,  que se valem do e expediente censurante para se safar em flagrante à luz do dia.

Ei de proceder a denúncia no tempo certo – estou amarando as pontas – e escrever um livro por tal desfaçardes. Ser condenado por “bandido de toca” me enobrece para deixar legado de envergonhar os verdugos.

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