Comprar seguidores, curtidas e visualizações em redes sociais não é crime. Várias empresas prestam serviços, principalmente, a artistas que necessitam divulgar ou potencializar seus trabalhos. Entretanto, quando um político busca esse serviço para se auto promover, a realidade conflita com o virtual.

O senador Magno Malta (PR-ES) em quase todas as postagens, em segundos, “viriliza”, contudo quando marca uma reunião, como recentemente, em Cachoeiro de Itapemirim-ES e Vitória, Capital, apresenta-se para grupo de “gato pingado”, mesmo com a presença de celebridades gospel, como pastor Silas Malafaia.

Para psicólogos ou estudiosos dessa necessidade de comprar seguidores e likes é um tipo de insegurança, ao mesmo tempo que se torna viciante, já que os números não podem despencar uma vez potencializados. Algumas “celebridades” da mídia se valem muito do recurso para serviços de agenciamento sexual.

Em síntese, o senador republicano que almeja ser candidato a vice na chapa presidencial do deputado Jair Bolsonaro (PEN) almeja ser mais “amado”pelos internautas e superestimar seu poder de influência que não é mais o de outrora  do primeiro mandato.  A realidade não falseada é bem mais dura.

Anúncios