“Primeiro-Damo” infecta gestão de Kennedy-ES

Posted on 25/06/2016

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Última vez que vi o “primeiro-damo” no seu níver 2015 – a convite -. o irmão comemora às gargalhadas (D) com a prefeita eufórica (E). Quem pagou a festa?

Só os gurus como o jornalista Ilauro de Oliveira – meu amigo – consegue conversar e comer da mesma mesa do “primeiro-damo” de Presidente Kennedy, José Augusto, município mais rico per capita do Espírito Santo. A cidade do ouro-preto. A babilônia suspensa com todo direito de orgia.

José Augusto é um tipo de eminência parda no Município, companheiro da jovem Amanda Quinta (PSDB), com poder de “mandatário”. Ele gosta de se amostrar para os assessores, arrotando que cuida de tudo, inclusive sobre pessoas. Um dia um secretário me disse, em exercício, “deixa que o Jackson Rangel eu cuido” nas relações de prestação de serviço.

A prefeita simplesmente cumpre as regras ditadas pelo recente secretário de Gabinete, nomeado às pressas, para não parece que tinha um “Rasputim”. Quanto ao meu companheiro Ilauro de Oliveira sugiro que fique fora disso por não saber de nada sobre as relações comerciais e vislumbre eleitoral de lá.

Até agora eu não entrei para diariamente analisar os movimentos do processo eleitoral dos municípios como sempre fiz sobre Kennedy e demais. Assumi fui brigas isoladas provocadas gratuitamente contra mim. Senhor José Augusto, apesar da sua virilidade, não entra nessa de usar o meu nome pejorativamente como se não chegasse a mim, nem em sussurro.

O que menos funciona lá é o serviço de Comunicação – do Toninho Miranda , passando pelo próprio Ilauro, que na época saiu a pretexto de não conseguir conter a avalanche de críticas do Fantástico, programa da Rede Globo. Este artigo não é contra José Augusto e nem contra o jornalista, muito menos. É em favor do povo de Kennedy-ES.

Conheço Kennedy desde do tempo de Daniel Vantil. Nada mudou. A qualidade de vida continua um tapa na cara dos kennedenses. Já era para ter uma nova Kennedy como fez Granciano Espíndula com Guarapari, quando prefeito, retirando a cidade de um ponto turístico de temporada para um Município de economia dinâmica permanente.

A prefeita, por ingenuidade ou não, acreditou nos beijinhos no rosto do governador Paulo Hartung (PMDB) e nos calçamentos e obras brutas como trunfo para convencer os corações da população que carecem mais do que isto, como visão humanística. A Saúde é precária. O social são de pequenos favores. E as obras com carimbo da ilegalidade assinadas pelo TCU.

O problema reside na teimosia e arrogância do Primeiro-Damo. Ele quem dita a regra para a prefeita e ela acredita. “Pode deixar, vamos mandar embora esses; não pagaremos aqueles; quanto ao Jackson, cuido eu!” Sou paciente, mas José Augusto, o amasiado, só me conhece um terço quando me atacam pelas costas, sem motivo, só para agradar traidores.

É provável que os personagens protagonistas se saiam bem, materialmente, por isso tanta empáfia. Não moram em Kennedy; bens em Guarapari; Encontros às escondidas para receber o aconselhamento do jornalista citado; uma boa bebida; alguns conselhos boêmios; e o pau na moleira nos inimigos.

Ainda bem que existem algumas janelas abertas para uma recomposição. Puxa-saco não resolve problema de quem já está embriado pelo poder. Não vou ficar mostrando números estatísticos de como o povo poderia estar nadando em águas pacíficas. Estão em todos anuários.

Ilauro, salve o amigo da desgraça anunciada! Coloca a cara na reta como eu faço! Só sou amigo e ajudo quem deseja caminhar comigo como “esposa” e não como “amante”. Mas, não precisa.  Deixa o bonde passar. Não sou bucha de canhão dessa gente. As pessoas merecem respeito! E eu achava que poderia ajudar em algo!! Vamos à luta!

 

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