O “romantismo” condutor da destruição


Amor Certo, Hora Errada.jpg

Assisti hoje (11) o filme Amor Certo, hora Errada, comédia romântica de origem canadense. Nem um filme de terror ou pornográfico poderia provocar tantos estragos em mentes fragilizadas pelo uso e costume que formatou a vida sentimental num vale do fogo que não se apaga, idealizado pela indústria hollywoodiana no anos 50.

 A história é mais ou menos assim: quando se separa de sua esposa, Leo (personagem) tem que lidar com o sucesso do blog dela , que revela os principais defeitos dele. Para piorar, ele fracassa como escritor e se torna lavador de pratos. Até que Leo conhece a mulher dos sonhos durante o casamento da amada que cede no decorrer do filme.

O película me e chamou atenção, pois com bom fundo musical e a luta insistente do protagonista em conquistar a esposa alheia, com requintes implícitos de perversidades,  disfarce de ingenuidade, transformando o marido em vilão e ele no merecedor do troféu, é muito agradável e quem assiste não há quem não torça pela sua vitória.

Claro, o diretor conseguiu transforma a imoralidade em estimada virtude. O sonho de qualquer mulher (filme é mais dirigido ao público feminino). Em sinopse menos propagandista, o filme comunica que é politicamente correto qualquer pessoa brigar pela mulher dos seus sonhos ainda que seja comprometida.

Trata-se do romantismo contemporâneo da geração da zona neutra. O que você quer, você pode. Dane-se os bons costumes, ética e seus hábitos!

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