Por Jackson Rangel Vieira, jornalista

Não deu efeito aquelas tradicionais cartilhas de ONG e da Justiça Eleitoral, gastando fortunas, para conscientizar os eleitores em quem ou em qual perfil de candidato se deve votar. A corrupção endêmica turvou todo cenário e os personagens caíram na vala comum, exceções.

Partindo dessa premissa, orientação invertida pode surtir mais efeito, tipo, em quem não votar ou em qual perfil o leitor deve repudiar veemente. Para as eleições de prefeito e vereador, recomenda-se:

1 – Não vote em candidato do PT. Todos obedecem ao estatuto que constitui, praticamente, uma seita.

2 – Não vote em candidato que já foi condenado em quaisquer instância por improbidade;

3 – Não vote em candidato que deixou o mandato em licença para ser nomeado em comissão pelo Executivo.

4 – Não vote em candidato estrangeiro ou forasteiro que nunca morou nem 5 anos na sua cidade.

5 – Não vote em candidato que já mudou de partido mais de duas vezes e não ideologia própria.

6 – Não vote em candidato que representa classes opositoras – cooperativa, sindicados, associações –  aos interesse coletivo.

7 – Não vote em candidato em que não tenha lido e certificado a credibilidade do seu currículo.

8 – Não vote em candidato que pede seu voto oferecendo qualquer tipo de vantagem, do saco de cimento ao dinheiro.

9 – Não vote em candidato que gasta mais do que é a soma de todo seu salário enquanto no exercício da função. Está a serviço do financiador e vai roubar.

10 – Não vote em candidato para reeleição – a maioria está infectada – se existem postulantes honestos e capacitados, pedindo oportunidade para representá-lo.

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