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Magno é um político que navega com desenvoltura no submundo do poder

O senador Magno Malta (PR-ES) pauta sua atuação em busca de financiadores e aliados “orando” e usando o nome de “deus”, mas a bem da verdade, as práticas são próprias de quem crer em “Belzebu”. Saindo da figura de linguagem, afirmo que é marginal da política brasileira e o maior embusteiro com retórica populista.

Sua trajetória, poucos a conhecem. Saiu de pastor da Primeira Igreja de Vila Velha -ES como 171 para os guardiões da instituição. Chegou a Cachoeiro -ES com a pecha de trambiqueiro espiritualista. Com falsa humildade, tentou entrar na vida pública, primeiramente, como candidato a vereador. Nessa primeira tentativa, perdeu.

Na segunda vez, venceu e não parou mais, considerado em fenômeno eleitoral com base em Deus, Família, Drogas e paladino da moralidade. Engodo. Nunca respeitou família, antes arrastava as néscias de seus lares e dos braços dos maridos. O ex-jogador Jacozinho, por longos anos seu motorista, tem detalhes das façanhas sexuais do insaciável político.

Submetido ao câncer do poder, recebia cheques assinados pelo André Nogueira, diretor da Assembleia Legislativa do Espírito Santo direto para sua Associação de Recuperação de Drogados, com sede no Município de Itapemirim-ES.

Como o presidente do Parlamento, na época, José Carlos Gratz, e seus diretores, foram acusados de mandantes do crime organizado – em que Magno fazia parte – , este queimou criminosamente o livre de contabilidade da sua Associação para não constar nenhum registro oficial sobre as propinas regulares. Porém, no Parlamento, devem constar as saídas do dinheiro do erário da época.

A diligência da CPI da Narcotráfico no Espírito Santo, quando era deputado federal presidente , foi um fiasco, porque preferiu nem colocar o pé na jaca, para continuar sua saga mentirosa em defesa da moralidade pública. Já nesse tempo, estava enveredado com o Advogado Beline José Salles Ramos e o empresário Chico Pneus, seu primeiro suplente no primeiro mandato de senador.

Era uma capoeira de dinheiro e jogo sujo de manipulação em benefício do bolso de Magno. Hoje, depois de Beline e Chico Pneus caírem em desgraça, estão fora de sua lista de amigos de primeira hora. É a sua natureza, quando lama começa a respingar. O caso sanguessuga ainda assusta.

Como senador eleito no primeiro mandato seu mundo moral e ético só foi piorando. De trombadinha da política, ingressou no submundo mais da banda pesada, utilizando o Ministério dos Transportes, via DENIT-ES, seu passaporte para empregar familiares – irmãos – e receber financiamentos às margens da lei para campanhas eleitorais, por meio de empreiteiras.

Entre relacionamentos espúrios de toda ordem da República da Banana, ganhou de presente uma concessão de rádio, com sede em Vila Velha, a Cor da Vida. Quem o ver falar dos colegas do Senado e da Dilma, hoje, acha que existe um super baiano, herói dos fracos e oprimidos pelo álcool e pela droga, quando se tem de concreto, dentro dele, um ninho de serpentário.

Mantém ativo o tráfico de influência que o alimenta com volúpia. Quando se dizia ajudando o ex-deputado estadual Reginaldo Almeida junto ao Tribunal de Contas da União, estava ao mesmo tempo em adultério com a esposa dele, a cantora Lauriete, cuja carreira foi destruída com a dissimulação carnal por quase dois anos. A desculpa de Magno era de que Reginaldo foi pego em flagrante na cama com outro homem – dito a mim. Mas, não entrou no mérito sobre a outra vítima, a sua esposa Kátia.

Hoje, vive regaladamente, com forte desenvoltura por meio do José Roberto F. Santoro, sub-procurador da República, considerado seu amigo que comandou em 2002 a operação Lunus que aniquilou com a candidatura de Roseane Sarney. E tem como forte aliado para chegar a STF, o advogado Willer Thomas, seu advogado e “chegado” do ministro Ricardo Lewandowski.

De tão boa as relações com Magno Malta que Willer Thomaz, com escritório no Conjunto Casa 25 – Shis Qi 1 Conjunto 4, 1 – Lago Sul, Brasília – DF, 71605-040, abriu filial no Espírito, aonde Magno, além de cliente, manda demandas de desesperados do poder para seu escritório, além de causas do DENIT – departamento de influência exclusiva do senador capixaba. Foi o advogado Willer quem conseguiu Habeas Corpus junto a Ricardo Lewandowski para a Igreja Maranata – lembram do escândalo? – . O valor desse tráfico de influência: Algo em torno de R$ 5 milhões a título de honorários.

Por enquanto é só, pois o leitor pode se cansar, mas tenho mais detalhes sobre a depravação em que fui cúmplice enquanto cego sobre a postura deste senador que envergonha os cristãos conscientes e às famílias capixabas, senão de toda nação.

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