juiz

No dia 3 de dezembro, o juiz eleitoral George Martins, pelo CPP, foi obrigado a suspender a audiência com o jornalista Jackson Rangel Vieira, acusado no processo de caluniado, injuriado ou difamado o empresário Camilo Cola (PMDB) de compra de votos durante a eleição de 2014. O ex-deputado não compareceu à audiência como testemunha de sua própria corrupção eleitoral. Estada, segundo seu advogado, regaladamente na sua Fazenda Pintodas, seu “paraíso”.

Independente da denuncia do jornalista na corregedoria contra o magistrado por perseguição política e omissão no exercício da função, O MP-ES acatou a denúncia que , de fato, não é do denunciante e sim da Procuradoria Regional Eleitoral. Logo, o feito é uma aberração.

O fato é que está posta a denúncia à corregedoria e depois ao CNJ com linha do tempo e provas  dos atos de ofício rotineiros do  juiz contra o jornalista, numa linha de conluio de demais juízes eleitorais, exceções, com objetivo claro de impedir o ímpeto da denúncias constantes aos mesmos contra anomalias sentenciais em escolha preferencial sobre apenas um acusado; o jornalista. Intimidação. Pusilanimidade! Tudo será , agora esclarecido, nas corregedorias das instâncias em que estão submetidos.

A Comarca de Cachoeiro-ES está acostumada a receber favores do Executivo e Legislativo, além de pleitos contaminados, homenagens de massagem ao ego dos políticos e poderes econômicos.

Não sou bandido e os que são não me puxarão para chafurdar na lama, justamente, para me desacreditar depois de mais de 30 anos de jornalismo. Isto, não!

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