CAPITULO 2

O CARÁTER

Linha fina divide a idade da inocência da idade da razão. Em momento não sabido, flui os primeiros traços do caráter em metamorfose..

Personalidade abriga o caráter por ser seu construtor, estabelecendo pelo mundo apresentado as regras morais e éticas, quase revogadas.

Hedonismo sofisticado em ritual extensivo das todas as classes sociais como câncer em distensão, constitui novas leis da vivência.

Palavras ecoam sem valor porque a nova geração perverteu e inverteu o mundo com conceitos fora dos parâmetros para uma nova era.

Acaso vira caso de fato dentro da própria virtualidade com todas as impensáveis possibilidades do porvir além pós-modernismo. Medo.

Caráter que traça o destino. Que destino? Ele foi antecipado pela velocidade maior do que a luz em remissão do tempo surrealista.

Despersonalização também acontece quando o caráter fica desbotado mediante a ferrugem da malignidade aceita em suborno.

Toda alma tem seu preço, diz-se o adágio na bocas dos compradores. Nisso, o corpo padece as consequências das concessões fáceis.

Médico e monstro se reencontram por vezes em situações antagônicas e convergentes, assustando a própria estrutura molecular.

Assustador não distinguir a personalidade quando outra assume lugar. A bipolaridade de seres dentro do mesmo invólucro, perturbador.

Duas criaturas, a velha e a nova, se digladiando para uma sobrepujar a outra, remetem o ser a questionar o livre arbítrio e saúde mental.

Quando se esgota o sentimento de culpa, acabaram todas as leis morais e o anarquismo pouco experimentado estimula o id.

Personificação do bem, sob a atmosfera, com dificuldade de ser remédio para erradicar o mal da personalidade. Aguarda-se o céu.

O tempo é o pecado. Na linha cronológica passam tantas emoções construtoras do destino, angustiando os lados do lóbulo.

Os caracteres são distintos e com base no livre arbítrio, quanto para outros estão assentados na predestinação no existir.

Anúncios