Por Jackson Rangel Vieira, jornalista

A Folha do ES, há mais de 15 anos como diário, pioneiro fora da Grande Vitória, chegando a circular com duas edições, matutina e vespertina, está preparando representação contra o juiz eleitoral Mário da Silva Nunes Neto e a Chefe de Cartório Michele Depollo por exercerem poder excessivo (abusivo), em perseguição notória e cronológica contra o jornal e este jornalista.

Com dois pesos e duas medidas, de 2008 até presente data, este Cartório se vale de denúncias infundadas para reprimir a liberdade de expressão, pessoalizando com retaliações por causa das denúncias já publicadas contra juízes anteriores e à mencionada serventuária que sentenciam e notificam “criminosamente” contra os leitores. Com prejuízos imensuráveis. Enquanto, concorrentes como A Tribuna e A Gazeta circularam normalmente! Um vexame!

Juízes e serventuários, promotores e policiais são “funcionários” dos cidadãos. Seus salários são dos contribuintes. Parece-me que optam por se autodenominaram como acima do bem e do mal nos seus gabinetes. Não aceito ser tratado como bandido, como contraventor ou algo que valha. Podem puxar as dezenas de processos contra mim e encontrarão somente ações de poderosos discriminados por matérias analíticas, opinativas e investigativas que os contrapõem.

Editorial na primeira pessoa se faz necessário. Vou representar na Corregedoria e no Conselho Nacional de Juízes (CNJ). Como jornalista eu tenho o direito de fazer circular o jornal em qualquer parte do mundo, pois hoje as fronteiras estão abertas com a era cibernética, tecnológica, digital, com o nascimento das redes sociais, onde todos são comunicadores e receptores de informação em tempo real.

Muitos magistrados e promotores precisam fazer curso intensivo de jornalismo pós-modernista. Não existe Imprensa de registro e ações entre amigos. A Justiça, exceções, tem sido injusta e sem crédito por conta de poucos que prevaricam contra os incautos, os sem voz. Eu, o juíz e a tabeliã nos encontraremos em outras instâncias. E não temo a nada, pois minha consciência está mais alva do que a neve.

Com provas testemunhais e materiais.

 

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