Agora compreendo o porquê os brasileiros não são nacionalistas ao ponto de fabricar jeans com aplicativos da bandeira do Brasil, nem fixam em suas mesas de trabalho o souvenir da pátria varonil. Muito menos deixam hasteados nos prédios públicos o símbolo maior do País.

Sim! Da sua descoberta, passando pelo Rio Ipiranga, e chegando à República, a história produziu engodos de ordem elitista, omitindo os fatos paralelos. Com muitos países dentro de um, muitos povos e etnias, os brasileiros nunca possuíram certidão de nascimento cívico.

O está contemporâneo é de fratura exposta. Os escândalos envolvendo o privado e os públicos traduzem futuro sombrio. Fernando Collor foi cassado por causa de uma Elba e sua arrogância. Fernando Henrique Cardoso não foi santo, comprando o brasão da reeleição no Congresso.

Agora, recente, o registro da cicuta política. Luis Ignácio Lula repetiu mentiras até se tornarem verdades, cevando o povo mais humildade com comida já de direito. Instalou o lulismo a base de populismo iníquo, hipnotizador embasado na condição de parte de uma nação indigente.

O mensalão é a vergonha mais perniciosa do que o endividamento externo dos militares e da inflação de quase 100%. É a égide da dominação imunda da política infectada do câncer que se espalha pela nação solo afora: a corrupção. Os mensaleiros são os verdadeiros “brasileiros”.

Não bastasse este “nacionalismo” usurpador, o advento do Carlinhos Cachoeira – parece personagem de filme Cult -, confirma que o Brasil não é dos brasileiros. Os bastardos enviados como bandeirantes, roubam o ouro, as riquezas, e escravizam os indignados aborígenes.

A brasilidade está subjugada por uma falsa democracia; por uma liberdade limitada; sem estado de direito, com uma ditadura civil, sustentada pelo regime econômico em expansividade espontânea, mas utilizada para matar fome pantagruélica de um Governo cruel.

Em síntese, os princípios de Montesquieu, com três poderes independentes e harmônicos é uma falácia. Executivo, Judiciário e Legislativo se nasceram como irmãos siameses, com o custo pecuniário incalculável, pago pelo cidadão confuso com a sua vida. É só!

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