Por Jackson Rangel Vieira

Os ares provincianos de Cachoeiro de Itapemirim-ES são bucólicos e também algozes. Há três anos denuncio, na condição de jornalista, os demandos do Governo do Partido dos Trabalhadores, inclusive, forçando-o a diminuir a velocidade do bonde da corrupção.

Dolosamente, prevendo o ano eleitoral, a cúpula petista, inclusive o próprio Partido na pessoa jurídica -sem procuração de seus filiados, a maioria honesta e sem desconhecer os fatos- , decidiu em consórcio me intimidar com ações criminais por calúnia e difamação, tentando até ludibriar a Justiça com muitos perjúrios. Mas, nada pode deter a liberdade de expressão.

Ainda esta semana li o artigo do renomado cineasta e jornalista Arnaldo Jabor, no jornal o Globo, qualificando o PT de “quadrilha institucionalizada”, citando várias tipificações de “PTs criminosos”. Fez-me sentir um bobo pelas rasas qualificações que eu desferi ao Governo petista para dar significado aos atos de improbidade de toda ordem.

Nunca denunciei sem provas. Apresento vastas documentações e testemunhos irrefutáveis de ações criminosas, ainda, em curso na cidade do “Rei” Roberto Carlos. O governo petista daqui continua obeso insaciável em mesa farta de comida alheia, do povo.

As denúncias tem respaldo nas ofensivas feitas pelo Ministro Público Estadual, principalmente, na operação Moeda de Troca, a mesma que desencadeou na quinta a prisão do prefeito de Presidente Kennedy e mais 79 mandados de prisão. Um escândalo!

Assim como lá, também denunciei aqui. A diferença, é que a Justiça Federal não entrou em ação de corpo presente para proteger os cachoeirenses contra o endredom da impunidade.

A turma, a quadrilha, recorreu à Justiça Comum para obterem a certidão negativa de inocência, tentando condenar o réu, ou seja, como um ladrão que chama a polícia logo após praticar o assalto. São caras de pau!

Estou na luta e espero repetir as mesmas palavras do Apóstolo Paulo: “Combati o bom combate, encerrei a carreira e guardei a fé.” Diante de tantas provas robustas de crimes praticados à luz do dia, deposito minha esperança na Justiça do homem, mas antes na de Deus! Desta, ninguém escapa!

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