As previsões eleitorais para Casagrande, Hartung, Magno e Ricardo


 Por Jackson Rangel, jornalista

A previsão do fim do mundo para este ano, que figurou nos rankings das redes sociais, falhou! Existe o calendário Maia associando os sinais apocalípticos para 2012, ano de eleições municipais no Brasil. O Armagendom será uma surpresa, assim como sãos as urnas, enigmáticas, aguardando as batidas do coração dos eleitores.

Em tese, subliminarmente, no Espírito Santo, existem dois grupos em movimentação e um avulso, como pêndulo. O governador Renato Casagrande (PSB), até pela liturgia do cargo, é um líder que vem  comparando as próximas eleições como quebra-mola na sua gestão. Tentará manter a base aliada, produzindo menor perda possível, segundo o socialista.

O outro grupo funciona como aqueles aviões norte-americanos, conhecidos como “morcegos”, invisíveis a radares, sob a batuta do ex-governador Paulo Hartung (PMDB). Ele tem o poder da dissimulação e preparado para a tomada do Castelo Forte. A matemática pode ser esta: PH para Prefeitura de Vitória; João Coser (PT) para a vaga de senado de 2014. E completando, Ricardo Ferraço (PMDB) para o Governo do Estado.

O triunvirato mencionado tem tudo para atingir as metas por conta da inércia política do governador que, por hora, opta por imprimir a marca do seu Governo, o que ainda não aconteceu. O acordo construído no Palácio do Planalto pelo presidente do PSB e governador Eduardo Campos, que guindou Casagrande ao Palácio Anchieta, interrompeu o projeto de domínio previsto para mais de duas décadas por Hartung. Agora, o troco!

O grupo avulso, aparentemente mais fragilizado entre os dois primeiros citado, tem como capitão do barco o senador Magno Malta (PR), imprevisível, e com aliados avulsos ou do baixo clero, como Sérgio Vidigal, prefeito da Serra (PDT), Neucimar Fraga, do seu partido, e lideranças no varejo. Este agrupamento pode ser pêndulo para as eleições de 2012 e 2014. Os dois movimentos maiores podem depender desse movimento aleatório.

Em síntese, por enquanto, Paulo Hartung leva a vantagem sobre Casagrande que só reverterá o quadro, extirpando agregados do ex-governador da sua copa e cozinha, além, claro, de conseguir bom desempenho administrativo, porque o cotejo ente antes e depois de PH será vital para definir entre mortos e feridos, os sobreviventes.

No mais, de fato, o fim do mundo pode acontecer antes de 2014. E nenhum sentido fará toda e qualquer prospecção!

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