Estamos vivendo um novo tempo. As nossas crianças estão expostas à revolução tecnológica tanto quanto os adultos. As regras estão valendo para as duas gerações e todas as faixa-etárias. O lado bom é o aprendizado sobre a vida, rapidamente. O lado ruim é o ensinamento absorvido de ilicitudes subjetivas e objetivas.

O pós-modernismo estreitou as diferenças entre país e filhos naquilo que deveria ficar, hierarquicamente, distantes. O respeito se tornou raro com a falta de comunicação nos quadrantes dos apartamentos e casas, intermediadas pela internet, pelo celular e outros meios da geração matrix de Steve Jobs.

Os excluídos desta nova geração híbrida e indefinida, por sua vez, estão na condição dos leprosos dos tempos medievais, em separados, mas ameaçadores pela falta de cura. Assim, estão os viciados em crack, os dependentes químicos, sem tecnologia, mas dominados pela invenção mais primata, a droga.

Nossas crianças precisam de parâmetros morais, éticos e espirituais. O Estado tem responsabilidade com políticas públicas, mas a família, já estressada, precisa se recompor para salvá-las. Sem infância, não teremos adultos responsáveis, mas, provavelmente, monstros aprisionados ou perambulando pelas ruínas da sua cidade.

É uma fase delicada, de transição ainda surrealista, libertária, mas anarquista na absorção de informações ao atacado, promovendo choques neurais em produzir objetivos obscuros para futuro próximo. Os abusos sexuais infanto-juvenis têm sido devastadores e atingindo todas as camadas sociais, quase incontroláveis.

O mundo se depara com uma falência econômica e, agora, familiar. Ninguém, que se saiba , criou uma tese ao menos sobre para onde está caminhando a humanidade, nos seus sentimentos inegociáveis. As nossas crianças vão precisar de norteamentos fora do padrão que conhecemos hoje. Que Deus nos abençoe na missão!

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