Uma análise simples sobre o futuro político do ES

Posted on 18/09/2010

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No Espírito Santo, as eleições majoritárias já estão definidas. Os personagens principais já discutem a ocupação de espaço para 2014, quando a sociedade elegerá um senador, prefeitos e vereadores.

O PT abriu mão nestas eleições, nos cargos majoritários, dentro de acordo envolvendo a eleição da Dilma Roussef, vai cobrar a fatura mais cedo do imaginado. O Ex-governador Paulo Hartung (PMDB) pode ficar no vácuo.

O prefeito João Coser, de Vitória, deverá receber a solidariedade do governador eleito Renato Casagrande (PSB) para fechar o plano de poder, que passa pela Prefeitura da Capital e pelo próprio Senado.

Paralelamente, a reorganização do mercado político. O prefeito da Serra, Sérgio Vidigal (PDT) não esconde a vaidade de pavimentar grupo para um dia ser governador do ES. Mas, nunca teve capacidade de aglutinar.

O bastão do poder estará neste tempo com o socialista Renato Casagrande. Com o passar tempo, saber-se-á da sua capacidade de montar o seu grupo político, como fez por oito anos, Paulo Hartung.

O senador Magno Malta (PR), o mais rebelde do quadro, superando os adversários com seu carisma. É um líder consolidado. Ou seja, qualquer definição de futuro, inevitavelmente, passa pelo republicano.

No Espírito Santo, o PT só tem força na Grande Vitória. As eleições municipais em 2014 vão estabelecer correlação de forças entre os políticos majoritários. Quem eleger mais aliados, será o grupo mais forte.

 

 

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