Em amor ao Estrela contra um bandido

Posted on 28/05/2010

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           Já fui financeiro do Estrela no tempo da presidência de Anarim Silveira, quando o maior feito, na época, foi sanear as dívidas do clube. Sou desportista. Fui presidente do Cachoeiro Futebol Clube, com muita honra. Penaliza-me ver a instituição falida em todos os sentidos, mais espoliada por uma marginal, outrora denunciado por tentar fraudar resultado, o advogado Sandro Sartório, presidente alvinegro.

         Não é a primeira vez que tenta desacreditar este jornal, impelindo-me a qualquer conseqüência diante da verdade. Estou disposto, independente do Tribunal Desportivo de Futebol do ES, e da Federação, de ser por ele, processado em qualquer instância para provar seus atos inconseqüentes de um moleque e bandido. Quem falsifica documentos, vitimando a própria instituição que representa e demais não pode ser classificado de outro modo.

          O médico Abel Santana, que goza de grande conceito na sociedade e sempre se colocou á disposição do Estrela do Norte, gratuitamente, para examinar jogadores e assinar a documentação de exames para legalização do rito, foi preterido por carimbo de médico de outro CRM-ES, devidamente constatado pelo Tribunal Desportivo do ES. E a denúncia que nasceu deste jornal em algumas notinhas do Desfolhando, virou matéria estadual.

          O sujeito tem coragem, sem estelionatário, de ameaçar de morte pessoas – segundo boletim de ocorrência -, para esconder não ser revelado onde foi “enterrado o corpo”, é no mínimo um inimigo do Estrela do Norte, que deve ter no Conselho Deliberativo, pelo menos pessoas honradas e descentes para proteger o clube centenário. A instituição Estrela e seus colaboradores não têm nada a ver com os crimes de seu presidente.

          Acontece, agora, diante dessa diarréia criminosa do senhor Sandro Sartório, que já foi arrancado da presidência por falcatruas, em 2001, deixa a Federação numa situação difícil, de vítima ou de conivência. Na minha modesta opinião, a pessoa do presidente deve ser punida e não a instituição, composta por gente honrada e sem qualquer digital neste trambique (falsificação de documentos, assinaturas falsas, carteirinhas fraudadas, etc…).

           Além do mais, a Federação, senão foi co-autora, acredito que não, sem querer também vitimou a CBF, que sem saber dos atos criminosos do presidente do Estrela, homologou os contratos de todos os jogadores com base em documentação sancionada e falsa.

           O Estrela do Norte e aquele colaboradores amantes do futebol não precisam se avexar c om esta situação, porque vagabundo tem em todo lugar. Vocês não têm culpa se doaram e ajudaram financeiramente  ou pagando ingresso por conta de um time todo jogando com base em fundamentação falsa. Mas, cabe um repúdio ao presidente que, ontem, com a maior cara de pau foi desacreditar este jornal numa emissora de rádio. O safado é daqueles que “rouba e sai gritando, “pega ladrão”.

          Pesado os adjetivos? De coração, estou sendo ameno em relação a este moço que, não sei como, ainda consegue enganar alguns inocentes com suas tramóias. Pesado é se eu divulgasse a fita de 2001 com áudio dele combinando resultado para o time entrar no quadrangular, oferecendo cobrar o goleiro. Pesado é seu eu divulgasse- ainda não o fiz -, os documentos falsos e o Boletim de ocorrência em que ele ameaça de morte – integridade física até da família de outro desportista -, para o assunto não vir à tona. Vai brincar de futebol e de advogar em outras paragens!

           Atenção Conselho. Ele ainda criou associação em que é presidente para captar recursos em nome do Estrela do Norte.

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Posted in: ANÁLISE, ESPECIAL