Juiz Robson Louzada mantém afastada vereadora do “rachid”

Posted on 23/03/2010

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A vereadora Arlete Brito (PT) tentou com agravo de instrumento retornar à Câmara de Cachoeiro de Itapemirim, mas o juiz Robson Louzada negou, ontem, seu pedido e manteve a decisão . Ela é alvo de CPI no Legislativo por prática de “Rachid”, quando político subtrai de assessores subordinados parte de salários, tíquetes alimentação ou quaisquer direitos. No caso, ela é acusada de exigir de assessora os vales alimentação.

O Juiz Robson Louzada, diante de denúncias consistentes do Ministério Público, não tem sido complacente com políticos em todas as instâncias, punindo exemplarmente os improbos. Seu trabalho vem se destacando na sociedade na Comarca de Cachoeiro pelas decisões destemidas e dentro de peculiar interatividade com o sentimento  da sociedade.  Arlete Brito foi afastada para não atrapalhar as investigações em curso na Câmara e na Justiça.

Agravo
A vereadora entrou com agravo de instrumento de número 111.049.569.55, tentando reverter o quadro no Poder Judiciário antes da decisão da Câmara que caminha para ouvi-la e apresentar relatório dentro de quinze dias para a votação. Além de improbidade administrativa, ela faltou com o decoro parlamentar com a vide de áudio em que ofende todos os demais vereadores, desmoralizando legislativo em nível nacional.

A postagem no Youtube que deu fundamentação às denúncias que resultaram no seu afastamento foi no canal da Folha (http://www.youtube.com/user/folhaes), liberada para todos os demais meios de comunicação do Estado e do Brasil. Depois de ouvida já todas as testemunhas, ela será ouvida e o relatório elaborado pela comissão forma pelos vereador Roberto Bastos, Alexandre Bastos e Luizinho Tereré.

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