a medição da pesagem do lixo, sem prestação de contas à população, sempre foi mistério

 

Aterro sanitário em Cachoeiro do Itapemirim dentro de ASA de aeroporto será denunciado a ANAC   

A Associação do Distrito Industrial de Cachoeiro de Itapemirim decidiu alertar a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) sobre os planos da CTRVV de construir um aterro sanitário próximo ao aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim. Segundo eles, são comuns acidentes causados por urubus e o aterro representaria um risco à vida de pessoas. E mais.   

 Há legislação que proíbe a construção desses empreendimentos próximos aos aeroportos brasileiros. A possibilidade de criação do aterro ronda o município desde 2007 e, segundo a associação, até o momento nenhum parecer foi emitido pela ANAC sobre o assunto. Uma das irregularidades denunciadas pela associação diz respeito à proximidade da área com o aeroporto municipal. A Portaria N° 1.141/GM5, de 8/12/1987, e a Resolução Conama n° 4, de 9/10/1995, estabelecem claramente que “atividades de natureza perigosa não são permitidas nas áreas próximas aos aeródromos”.   

 Já o aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim é devidamente registrado na Anac e encontra-se a pouco mais de 4 quilômetros de distância da área onde a CTRVV quer construir seu aterro sanitário. Durante as audiências públicas, a CTRVV chegou a defender o aterro afirmando que não haverá urubus na região. Entretanto, em visita ao seu empreendimento em Xurí, Vila Velha, a informação dos moradores, é que as aves sobrevoam o local normalmente.   

Outras cidades no Brasil apresentam os mesmos problemas. Podemos citar a cidade de Palhoça, em Santa Catarina, onde pretendem instalar um aterro sanitário, e a cidade de Sabará, em Minas Gerais, onde uma central de resíduos está dentro da área de aproximação de aeronaves do aeroporto da Pampulha, que fica em Belo Horizonte (MG).   

fonte: www.mafiadolixo.com.br

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