Nesta segunda, dia 8, será comemorado em todo o mundo o Dia Internacional da Mulher, quando são celebrados os feitos econômicos, políticos e sociais alcançados pelo sexo “frágil”. Entre as maiores conquistas estão o espaço cada vez maior no mercado de trabalho, em que conseguem, com a criatividade e sutileza, dar um novo toque aos serviços que antes eram ditados como “para homens”.

 Esse novo olhar vem refletindo na expansão de oportunidades, sendo que a inserção transformou até alguns panoramas antes estabelecidos no Brasil. Entre eles, um dos que mais caracterizavam e estereotipavam as mulheres era de que elas seriam responsáveis pelos afazeres domésticos.

 O número de horas dedicadas aos cuidados das casas por parte das mulheres está diminuindo, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). A carga horária média empregada em tarefas domésticas, como limpeza da casa e cuidado de crianças e idosos, passou de 28,9 horas por semana em 2001 para 23,9 horas em 2008.

Essa, entre outras conquistas, ratifica ainda mais a força do movimento feminino que deu origem à data comemorativa, marcado pela luta do sexo feminino pelo seu espaço. A data é comemorada desde 1975, pelas Nações Unidas, mas foram os fatos de 8 de março de 1857 que definiram a data. Nesse dia, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve ocupando o local para reivindicarem a redução das mais de 16 horas trabalhadas por dia para 10 horas. Estas operárias, que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde aconteceu um incêndio e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Fonte: ONU, Nações Unidas, IBGE

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