Rita Camata conversou com Paulo Hartung sobre seu futuro antes de sair do PMDB para ingressar no PSDB de César Colnago

 

A concorrência para o Senado da República no Espírito Santo ganha contornos curiosos, porque um pré-candidato está considerado eleito, o governador Paulo Hartung (PMDB). Só em caso de desistência ou morte. Sua popularidade como governante está fundamentada em pesquisas recentes. O outro, já é senador, populista, comunicador de massas, o atual presidente da CPI da Pedofilia, Magno Malta (PR).   

Existem dois pré-candidatos anunciados, uma mulher, deputada federal, de grandeza política singular, analisada pelos formadores de opinião nacional como uma das cabeças influentes no Congresso Nacional: a deputada federal Rita Camata (PSDB). O outro, mais tímido, porém nada a perder, é o presidente do Bandes, Guerino Balestressi (PV). Menores aventureiros se habilitarão, como sempre, por vaidade, ou para pontuar vislubrando o porvir.   

Considerações impertinentes e impessoalizadas. Com exceção do senador Magno Malta, que sempre preferiu a carreira solo e entrou uma única vez no Palácio Anchieta, as duas outras pré-candidaturas pediram um tipo de “benção” ao governador Paulo Hartung que as incentiva, na humilde avaliação, com exegesse ou sem hermenêutica, para desnutriar a musculatura do imprevísivel caçador de pedófilos.   

Logo, por analogia rápida, sem muita tese e antitese, Rita Camata, que já figurou como vice de José Serra no penúltimo pleito presidencial – , e secretária de Obras do Governo do Estado até recentemente, além do marido ainda senador desistente, Gerson Camata (PMDB), vai cumprir a tabela do jogo apitado por PH. E é assim mesmo! O jogo é jogado e o lambari é pescado! Querino não foge a realidade semelhante, até mesmo predita pelo próprio governador para ser seu possível companheiro em dobradinha no palanque oficial. Em síntese, ambos pedirão o segundo voto para Hartung, pelo menos é seu bom desejo.   

Por que a consideraçáo acima. Porque o senador Magno Malta, neste momento, está irritado com essa estratégia que objetiva reduzir a sua gordura eleitoral, para morrer de inanição. Chegou a declarar que sua aliança, do seu partido, o PR, não pode se dar na calada da madrugada, mas ao meio dia, para todo mundo ver. E isto, ainda, não aconteceu.   

Então, com todo respeito aos tucanos, a Rita Camata tem competência política para vencer uma vaga, contudo considero difícil ela bater o senador Magno Malta que já surrou o seu marido em eleição igual. Com apoio branco ou não do governador, este sim, também terá de olhar o retrovisor se o caçador de pedófilo não ficará no cangote dele.

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