a CEI denominada do “Elefante Branco”, que objetiva desventar as denúncias e fraurdes apontadas pelo Trbunal de Contas da União, por conta do convênio entre a Prefeiutra de Cachoeiro de Itapemirim e o Governo Federal para construção de hospital Materno Infantil, pode ser um tiro no pé dos democratas, proponentes da iniciativa a ser implementada pela Câmara de Vereadores.
Acontece que em 2004 o então prefeito e deputado estadual Theodorico Ferraço inaugurou a obra sem estar em condições de funcionar, confiando na palavra do Governador Paulo Hartung e no então secretário estadual da Saúde, Felício Scárdua, que participou do evento pré-eleitoral. Mas, o hospital nunca funcionou. Hoje, é sede da superintendência estadual da Saúde.
E para piorar a asituação, Ferraço teria inaugurado sem ainda ter recebido os recursos federais, numa transubstansiação de caixa, não entendível, pois somente no governo do prefeito Roberto Valadão (PMDB), as duas parcelas finais entraram no erário. A confusão foi formada, principalmente, quando da operação João de Barro, da Polícia Federal, que invadiu a prefeitura e um assessor entregou todo processo do hospital a título de tentar prejudicar Ferraço por desvio de recursos, superfaturamente e desvio de função do objeto da obra.
Quando apertado pela procuradoria federal, Carlos Casteglione processou os dois ex-prefeitos e os democratas inventaram a CEI, um tiro no pé, pois o único não culpado das denúncias provenientes do TCU, é justamente o prefeito atual, o petista. Então, a CEI, só pelo nome que leva o apelido dado pelo deputado Camilo Cola, já é pejorativa. E os resultados só podem atingir Ferraço e Valadão.
E os demais protagonistas, como Camilo Cola e Paulo Hartung, não vão entrar nesse emabate técnico e político. Faltou assessoria e isto não pode nem ser chamada de teoria do caos.

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