Quando o presidente do PT, Berzoini, chega ao cúmulo de dizer que Dilma parece madrasta e Marina mãe, gera, psicologicamente, para quem acompanha a política de bastidores, a sensação de que nem tudo que parece hoje, será o que vai aparecer amanhã.
Isto implica em dizer que a política nos Estados será ditada, mesmo não desejando seus líderes majoritários, pela conjuntura nacional. Ricardo Ferraço (PMDB) apostava tudo num palanque imbatível de Dilma Roussef, pupila de Lula, e pode até ser, mas no momento é contestável.
Com essa realidade mutável, metamorfose ambulante, o senador Renato Casagrande (PSB), vira o pesadelo do Palácio Anchieta, sem falsa modéstia, predito por este colunista há algum tempo. Intuição. Em minha opinião, também, Ricardo tem de ganhar a parada no primeiro turno no Espírito Santo. Segundo turno fica difícil. Por um motivo: Ajuntarão os que desejam se vingar do governador Paulo Hartung (PMDB). E a derrota de Ricardo serveria como bode expiatório. Mas, é só um parecer.

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